Liliana Coutinho é curadora e Assistente de Programação no Teatro Municipal Maria Matos, em Lisboa. Doutora em Estética e Ciências da Arte pela Univ. Paris 1, é investigadora do Institut A.C.T.E – Université Paris 1 /CNRS. Publicou “O delicado fio do comum”, em André Guedes, Ensaios para uma antológica, Kunsthalle Lissabon e Cura Books, 2016; “No meio da rua tinha um museu, tinha um museu no meio da rua…”, emO Museu como, veículo de desenvolvimento crítico e social, Cadernos do Atelier Júlio Pomar/ Documenta, 2016 “L’objet: ni un fétiche ni une preuve, mais un don pour la performance”, in Performance Vie d’Archive, Les presses du réel, 2014; “O Coro, outra vez”, inAnne Teresa de Keersmaeker em Lisboa, INCM, 2013;“On the utility of a universal’s fiction”, inGimme Shelter: Global Discourses In Aesthetics.Amsterdam University Press, 2013;«Hearing our pathway -A Sensous Walk», emMobility and Fantasy in Visual Culture, London: Routledge, 2013;”Uma filosofia performativa: A dança como metáfora filosófica no texto de Alphonso Lingis, The first person singular”, inA performance ensaiada: ensaios sobre performance contemporânea. Fortaleza: LICCA, 2012;Do que falamos quando falamos de Performance,Marte nº3, Lisboa, 2008;Ana Vieira.O que ocorre nos interstíciosda figura?, Ed. Caminho, 2007;entreoutros. Foi responsável, entre 2013 e 2015, pelo Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Coordenou e concebeu, com Rui Pina Coelho, o projeto de formação em crítica de artes performativas Mais Críticae, como investigadora e curadora, colaborou com o CAM – Fundação Calouste Gulbenkian (em publicações, investigação sobre a coleção, conferencias no âmbito do programa educativo, e como curadora da exposiçãoTúlia Saldanha, 2014), M.A.C. Serralves, Artistas Unidos, Atelier Re.Al. Participou em comités científicos, proferiu conferências em Portugal e no estrangeiro e deu aulas de história da dança e teoria crítica no Fórum Dança e no C.E.M. Integra da Direção da A.I.C.A. – Associação Internacional de Críticos de Arte/Portugal, e das Associações Alkantara, Re.Al e And_Lab.