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Os Involuntários da Pátria Eduardo Viveiros de Castro Informações sobre o Evento
05 Mai 2017
Datas e Horários
Sexta → 18h30
Preço
Entrada livre (sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h
Duração
2h
Local
Sala Principal
Debate e Pensamento

Os Involuntários da Pátria
Eduardo Viveiros de Castro

UtopiasQuestões Indígenas: Ecologia, Terra e Saberes Ameríndios
Bio

Bio

Eduardo Viveiros de Castro nasceu em 1951 no Rio de Janeiro. É etnólogo americanista e professor-titular do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi professor-visitante nas universidades de Cambridge, Chicago, Manchester e São Paulo, entre outras. Publicou From the Enemy’s Point of View: humanity and divinity in an Amazonian Society (1992); A Inconstância da Alma Selvagem (2002) e Metaphysiques cannibales (2009; trad. brasileira 2015). Recebeu a Ordem do Mérito Científico em 2008 e o doutorado honoris causa da Universidade de Nanterre em 2014.

05 Mai 2017
Datas e Horários
Sexta → 18h30
Preço
Entrada livre (sujeita à lotação) mediante levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 15h
Duração
2h
Local
Sala Principal

Sinopse

Os involuntários da Pátria – sobre o conceito e a condição de “indígena” no mundo atual, com especial atenção para o caso brasileiro

Nesta conferência, o etnólogo americanista e professor-titular do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Eduardo Viveiros de Castro, falará sobre a natureza colonial da constituição da forma-Estado, em particular do Estado-nação moderno — natureza que se torna muito evidente no caso das antigas possessões coloniais europeias tornadas Estados-nação soberanos por este mundo fora —, e da contradição irresolúvel desta forma com a condição indígena, ou a forma-povo. Examinaremos de seguida os projetos-em-ato de criação de formas de constituição de coletivos não-estatais (o caso dos Chiapas, no México, e do Curdistão) baseadas em princípios de confederalismo democrático, municipalismo libertário, ocupações comunais e de outros modos de conjuração do estado de espírito que subjaz ao Estado como forma propriamente “espiritual” de captura transcendente dos povos.

moderação: Susana de Matos Viegas

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