Cláudia Dias
Menores de 30 anos 5€
Menores de 18 anos 3€
Assinatura Alkantara: Os bilhetes para este espetáculo podem ser adquiridos com desconto de Assinatura Alkantara Festival exclusivamente nas bilheteiras físicas do Maria Matos Teatro Municipal, São Luiz Teatro Municipal e Teatro Nacional D. Maria II
Sinopse

AVISO: O espetáculo Quarta-Feira: O tempo das cerejas, de Cláudia Dias, previsto para dia 9 junho às 19h no Teatro Maria Matos, foi cancelado por motivo de greve. O reembolso dos bilhetes é efetuado na nossa bilheteira local até final do mês de junho, sendo necessária a apresentação do bilhete adquirido ou fatura.
O cenário é um enorme buraco no meio de placas de gesso laminado, como se uma bola de ferro gigante tivesse caído num chão de pladur. Ao construir o espaço cénico com o mesmo material de construção usado em milhares de casas portuguesas, para logo de seguida começar a desconstruir, Cláudia Dias e Igor Gandra fazem alusão direta a tudo o que é varrido para baixo do tapete ocidental. Apesar de os bombardeamentos aéreos por parte de forças militares europeias serem hoje em dia facilmente visionáveis na internet ou na TV, a ligação entre os nossos lares e as crateras abertas por mísseis noutro lado qualquer não é tão visível assim. Este buraco negro no meio do Teatro Maria Matos alude a essa ligação causal. Não se trata apenas de mostrar a responsabilidade das sociais-democracias europeias nos massacres que estão a ocorrer agora no resto do mundo. O olho negro no meio do chão é uma imagem de sinal negativo que nos revela o que está por fazer.
Jorge Louraço Figueira
Quarta-Feira: O tempo das cerejas (Wednesday) é a terceira peça do projeto Sete Anos Sete Peças. Depois de Segunda-Feira: Atenção à Direita! (estreia no Alkantara festival 2016) em que Cláudia Dias subia ao ringue de boxe e lutava com Jaime Neves e Terça-Feira: Tudo o que é sólido dissolve-se no ar (2017) no qual, em conjunto com Luca Belezze, vestia a pele de operária numa espécie de cartoon ao vivo urdido a partir de um fio, a artista sobre ao palco e aborda novas técnicas com Igor Gandra cujo o trabalho tem sido no campo do teatro de/e com marionetas e objetos.

