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Luciano Chessa & The Orchestra of Futurist Noise Intoners Intonarumori Informações sobre o Evento
13 Abr 2017
Datas e Horários
Quinta → 22h
Preço
6€ a 12€
Classificação
M/6
Local
Sala Principal
Música

Luciano Chessa & The Orchestra of Futurist Noise Intoners
Intonarumori

Biografias

Biografias

Luciano Chessa é compositor, artista de performance e instrumentista (piano e dan bau vietnamita). Composições recentes incluem a ópera experimental Cena Oltranzista Nel Castelletto Al Lago“, inspirada em La Cucina Futurista de Marinetti,; Squeeze! Squeeze! Squeeze!, um trabalho de larga escala a partir de Moby Dick e A Heavenly Act, uma ópera para vídeo de Kalup Linzy, encomendada pelo MoMA de São Francisco. O seu trabalho discográfico mais recente é Petrolio, editado pela Stradivarius. A propósito do centenário de Arte dos ruídos, apresentou-se no Teatro Colón em Buenos Aires e no PSI International da Universidade de Stanford. Também dedicado ao Futurismo italiano, concebeu três concertos no Guggenheim de Nova Iorque. Em 2009, o New York Times referiu a sua Orchestra of Futurist Noise Intoners como um dos eventos-chave desse ano, e desde então viajou entre Singapura, Los Angeles e Berlim com os instrumentos de Luigi Russolo. Chessa é ainda autor de Luigi Russolo Futurist – Noise, Visual Arts and the Ocult , a primeira monografia dedicada a Russolo e ao seu manifesto Arte dos Ruídos. Atualmente, leciona no Conservatório de São Francisco; é membro do conselho diretivo da Tacet, publicação de pesquisa dedicada à música experimental editada pela Université Paris 1 – Panthéon-Sorbonne; e é membro do direção artística do Festival de Música Eletrónica de São Francisco.

 

 

THE ORCHESTRA OF FUTURIST NOISE INTONERS

ADRIANA SÁ

Artista transdiciplinar, performer, música-compositora. As suas partituras gráficas coreografam vocabulário musical, sequência, textura e densidade, deixando muitos aspetos à livre interpretação. Desenvolve os seus próprios instrumentos e sistemas. Apresentou trabalho na Europa, EUA, Japão e Brasil. No seu vasto percurso científico e pedagógico, articula prática criativa, psicologia experimental, neurociência e computação. Atualmente é docente nos departamentos de Arquitetura e Engenharia Informática da Universidade de Coimbra. Mantém com John Klima e Tó Trips o projeto Timespine.

 

BRUNO SILVA

Músico atualmente sediado em Lisboa. Com atividade regular desde 2004, tem alinhado diversas linguagens que passam pela improvisação livre, pelo ruído, pela exploração eletrónica e pela música de dança mais experimental. Após militância em projetos como Osso ou Somália e colaborações como guitarrista com Margarida Garcia ou Filipe Felizardo, os últimos tempos têm-no visto particularmente ativo a abraçar a eletrónica a solo enquanto Ondness e como metade dos Sabre e como guitarrista em Canzana na companhia do saxofonista Pedro Sousa.

CARLOS SANTOS

Artista sonoro e músico eletrónico apresenta o seu trabalho desde a década de noventa em diversos formatos como instalações sonoras, peças audiovisuais multicanal ou concertos. A solo ou em grupos de diferentes escalas atribui uma atenção especial ao espaço arquitetónico no desenvolvimento musical. Prática eletroacústica, filed recording ou processamento eletrónico em tempo real com software desenvolvido por si. Extensa lista de colaborações registadas em CD. Trabalha como designer gráfico e fez desenho de som e música para o vídeo, animação e dança.

DIANA COMBO

Trabalha com som e música desde 2007. Entre 2007 e 2013 dividiu o tempo entre Lisboa, Barcelona e Berlim, cidades onde estagiou no âmbito da realização e edição audiovisual. Como Eosin, no qual utiliza sons de uma coleção de discos de vinil como matéria prima para a construção de “recomposições” que são apresentadas ao vivo a partir das típicas ferramentas DJ. Trabalha em composição de bandas sonoras para vídeo e de peças sonoras para rádio, e tem colaborado em projetos de teatro, cinema e audiovisuais tanto na criação sonora como na dramaturgia e interpretação. Toca bateria nos projetos David Maranha Ensemble, Linden e dağ.

 

DIANA POLICARPO

Artista visual, compositora e percussionista. O seu trabalho, feito entre Lisboa e Londres, propõe a diluição das fronteiras entre performance multimédia, instalação, desenho, manipulação sonora e improvisação. Investiga relações de poder, cultura popular e política de género, justapondo a estruturação rítmica do som como um material táctil dentro da construção social da ideologia esotérica. Cria performances e instalações, apresentadas em contexto expositivo e de concerto, para examinar experiências de vulnerabilidade e empoderamento associadas a atos de exposição face ao mundo capitalista.

 

DIOGO ALVIM

Estudou arquitetura e composição em Lisboa. Fez um doutoramento em composição/artes sonoras no Sonic Arts Research Center (Queen’s University em Belfast) sobre as relações entre música e arquitetura. O seu trabalho inclui música instrumental e eletrónica, projetos de arte sonora, tendo sido apresentado em vários países da Europa e no Brasil. Desenvolve colaborações com artistas plásticos e de som, coreógrafos e encenadores.

 

JOANA DA CONCEIÇÃO

Vive e trabalha em Lisboa. Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi distinguida com o Prémio Anteciparte MillenniumBCP (2005). Juntamente com André Abel formam a Tropa Macaca, duo de composição eletrónica contemporânea com discografia editada desde 2007.

JOANA GAMA

Pianista e investigadora. A sua atividade concertística desdobra-se em recitais a solo e colaborações com diferentes agrupamentos portugueses. Estudou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, na Royal Academy of Music (Londres) e na ESML (Lisboa). Como pianista e performer, nos últimos anos tem estado envolvida em projetos que associam a música às áreas da dança, do teatro, do cinema e da fotografia. Forma com Luís Fernandes o projeto Quest, e com o mesmo músico e Ricardo Jacinto o trio Harmonies, dedicado à música de Eric Satie.

 

LUÍS LOPES

Guitarrista lisboeta ativo dentro da improvisação e do jazz, mantém um bom número de projetos ativos, em diversas formações, nacionais e internacionais: Humanization 4tet com Rodrigo Amado, Aaron Gonzalez e Stefan Gonzalez, Lisbon Berlin Trio com Christian Lillinger e Robert Landfermann, Guillotine com Valentin Ceccaldi e Andreas Wildhagen, Garden com Ricardo Jacinto e Bruno Parrinha, e duos regulares com Jean-Luc Guionnet, Fred Lonberg-Holm ou Julien Desprez. Criou também o noneto jazz Lisbon Freedom Unit, enquanto a solo, trazendo à superfície o seu passado no rock/punk e nos blues, apresenta frequentemente os seus projetos Noise Solo e Love Song.

 

PEDRO SOUSA

Saxofonista pertencente a uma nova geração de músicos interessados em explorar os limites exteriores da improvisação e do jazz. Tem tocado frequentemente em duo com Gabriel Ferrandini e com Pedro Lopes (como EITR), tendo participado ativamente no projeto Volúpia das Cinzas de Gabriel Ferrandini durante 2016. Pão, Caveira, Thurston Moore, Chris Corsano, Evan Parker, David Maranha, Marching Church, Alex Zhang Hungtai são alguns dos nomes com quem tem partilhado gravações e palcos.

 

QUIM ALBERGARIA

Baterista e vocalista de Lisboa. Veio do punk hardcore, passou pelo rock & roll dos The Vicious Five e experimentou a liberdade do rock sem forma na primeira encarnação dos Caveira. Os seus projetos atuais focam-se na conjugação do ritmo com ritmo: nos Paus partilha uma bateria siamesa na criação polirrítmica de novas formas de pensar a canção rock de perspetiva global, nos MQNQ, o seu mais recente projeto com MMMOOONNNOOO, a sua missão é dar swing à máquina e repensar a linguagem rítmica da música de dança numa forma mais imersiva sem deixar de ser humana.

 

RICARDO JACINTO

Tem vindo a construir, em articulação com a sua atividade como artista plástico, um percurso enquanto violoncelista com atividade regular no campo da música improvisada e experimental, marcado por uma abordagem de exploração minuciosa em torno das potencialidades tímbricas do instrumento e da sua relação com o espaço. participa nos projetos Cacto, The Selva, Pinkdraft, Parque, Phonopticon e Lisbon Freedom Unit. Apresentou o seu trabalho em concertos, exposições e performances um pouco por toda a Europa. A sua música está editada pela Creative Sources, Shhpuma e Clean Feed. Actualmente é investigador no Sonic Arts Research Center (Queen’s University em Belfast).

 

RICCARDO WANKE

Italiano de nascimento, vive e trabalha em Lisboa desde 2005. Multi-instrumentista, trabalha no campo das artes (música e instalações) desde 1995. Está particularmente interessado em manipulação de som e na investigação no campo da música espectral. É fundador da editora Mazagran e também é ativo como compositor e intérprete. É investigador no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical na Universidade Nova de Lisboa.

 

SHELA

Músico de Lisboa, expressa-se musicalmente através de sintetizadores, mas o piano ou o Fender Rhodes são também instrumentos que ocasionalmente utiliza. Assumindo uma linguagem mais rock, toca em Riding Pânico e If Lucy Fell, e é um dos fundadores dos Paus. A solo usa o nome Lama. Tem colaborado regularmente com Filho Da Mãe, Linda Martini, Cóclea, Jibóia ou, mais recentemente, com Live Low. Trabalhou em bandas sonoras para os filmes e documentários.

 

TRAVASSOS

Manipulador do som proveniente de fontes rudimentares, tem firmado o seu percurso musical através dos projetos como Pão, Pinkdraft ou Big Bold Back Bone. Já participou em inúmeros concertos ao lado de nomes como Evan Parker, Benjamin Duboc, Norbert Moslang, Mat Rogalsky, Rafael Toral, Sei Miguel, Rodrigo Amado, entre outros. Atualmente reparte o seu tempo pelo design, pela gestão da editora Shhpuma e pela programação do festival Rescaldo.

 

VÍTOR RUA

Iniciou-se musicalmente no fim da década de 1970 com algumas invenções melódicas que marcaram profundamente o art rock português. Em 1980 funda o grupo GNR. Em 1982 cria, com Jorge Lima Barreto, Telectu, duo de música improvisada e eletroacústica com vasta obra editada e múltiplas colaborações internacionais. Afirma-se como experimentalista e poliartista. Tem atualmente mais de uma centena de obras gravadas e disponíveis nas plataformas digitais.

 

CANTORES

MANUEL BRÁS DA COSTA

Graduado pelo Royal College of Music (Londres), apresenta-se como solista desde 1992, tendo cantado e participado em inúmeros concertos e festivais de música, nacionais e internacionais. Além da sua atividade como cantor, exerce atualmente a profissão de professor de Canto no Instituto Gregoriano de Lisboa, na escola ACT e no Conservatório de Música de Santarém. É diretor de voz e professor de canto em diversas peças de teatro.

 

MARIA RADICH

Bailarina, coreógrafa e cantora. Desde 1995 desenvolve trabalho em dança e teatro com vários criadores. Na música destacam-se as participações na Poliploc Orquestra de Nuno Rebelo (1993-1995), no projeto musical OVO (2000-2006) e desde 2010 com os AbztraQt Sir Q. Tem igualmente participado em diversos concertos de música improvisada onde tem vindo a desenvolver e a definir uma linguagem vocal, numa vertente mais experimental.

Folha de Sala

Folha de Sala

Reconstruindo Intonarumori

 

Quando a Performa me contactou em 2008, eu estava a trabalhar na obra de Russolo há cerca de sete anos. O meu trabalho até então era maioritariamente teórico, tendo eu investigado a estética de Russolo para a minha tese de doutoramento, integralmente baseada na sua arte dos ruídos.

De entre toda a informação que juntei para defender a minha tese, eu tinha as patentes do Russolo e os desenhos para as intonarumori. Como Russolo não patentou cada um dos instrumentos, mas apenas o seu mecanismo mais básico, estes desenhos só foram parcialmente úteis. Contudo, foi possível extrair muita informação. Mas mais importante que isso, graças à minha investigação, senti que tinha compreendido o que Russolo desejou alcançar quando decidiu construir os intonarumori.

Em dezembro de 2008, eu contactei o construtor de instrumentos Keith Cary, um amigo que vivia em Winters, na Califórnia. Perguntei-lhe se ele me queria ajudar neste projeto construindo primeiramente um protótipo. Protótipo esse que acabaria por ser um Ululatore Medio (vibrador médio) que, dentro dos intunarumori de Russolo, são os mais óbvios de construir por se relacionar diretamente com os desenhos das patentes.

Assim que o protótipo ficou construído, tive de me confrontar com uma questão complicada: como reconstruir os restantes 15 instrumentos, dos quais muitos eram consideravelmente diferentes do mecanismo-base que Russolo apresenta na sua patente. Comecei a juntar todo o material que consegui encontrar. Além das patentes, tinha ainda os escritos de Russolo: artigos e livros, os gráficos com os registos dos instrumentos, textos de futuristas e dos seus associados, críticas, etc.

Alguma da mais valiosa ajuda veio de fotografias que mostram o exterior dos instrumentos. Possivelmente, as imagens mais úteis foram as duas fotos registadas em julho de 1913 no estúdio de Russolo em Milão. São estas as famosas fotos de Russolo e o seu assistente Ugo Piatti rodeados pelos 16 instrumentos. Estas duas imagens foram extremamente importantes para a minha reconstrução. Mostram exatamente a orquestra dos 16 intonarumori que planeava reconstruir, a que seria apresentada à imprensa num concerto em agosto de 1913. Por estarem os instrumentos na foto ainda em fase de construção e espalhados pelo estúdio, podem ser observados muitos detalhes que não aparecem em fotos posteriores: a posição das manivelas em relação às alavancas, a posição dos cones, ferramentas sobre as mesas, etc. Igualmente úteis são as fotografias de performances ao vivo: algumas dos concertos em Londres que Russolo dirigiu em Junho de 1914, algumas dos concertos de Paris de 1921, etc. ― todas estas imagens mostram o exterior dos intonarumori. E uma foto apenas mas decisiva que mostra o interior de um dos intonarumori, o Ronzatore (cigarra), tirada possivelmente em 1914. Esta foto mostra o interior de um instrumento dotado de motor elétrico. Sabemos que a primeira orquestra de intonarumori de Russolo continha 16 instrumentos, dez dos quais tinham manivelas manuais e por isso não tinham corrente elétrica, e seis eram elétricos. De facto, a primeira distinção dos intonarumori que pode ser feita é essa: os manuais e os alimentados por eletricidade.

Tendo uma noção de como as duas tipologias se distinguiam foi muito importante para o propósito de as reconstruir: da patente pude perceber como eram, mais ou menos, os instrumentos de manivela: da foto da Ronzatore pude ter a noção de como um instrumento elétrico pudesse ser no seu interior. Pude aplicar este conhecimento aos outros instrumentos elétricos. Não existe imagens do interior dos outros instrumentos, infelizmente. Teria tornado toda a reconstrução do conjunto bem mais fácil e teria completado tudo em muito menos tempo.

De entre as provas que juntei durante o processo de reconstrução, havia informação sobre reconstruções anteriores, todas elas parciais. A primeira, feita para a Bienal de Veneza de 1977, foi sem dúvida a mais útil de todas. Pietro Verardo trabalhou com documentação original desde o início e passou décadas a aperfeiçoar os instrumentos, escolhendo cautelosamente os materiais, etc. Tive a hipótese de o visitar no seu estúdio com o compositor e radialista Robert Worby e a equipa da BBC no verão de 2009. Havia nove instrumentos no seu estúdio e pude tocar alguns deles. As outras reconstruções que tomei conhecimento ― uma feita no Japão, outra na Holanda, etc. ― foram muito mais limitadas nas suas intenções e incluíram apenas alguns instrumentos manuais que se pareciam muito com o original da patente. No entanto, ter o máximo de informação destas reconstruções certamente que me ajudou no meu trabalho.

Se é verdade que o meu conhecimento da estética de Russolo alimentou as minhas reconstruções, também é verdade que estando à frente deste projeto de reconstrução e por isso beneficiando da oportunidade de me concentrar intensamente nos detalhes minuciosos desta tarefa, acabou por influenciar a minha compreensão da estética de Russolo. A personalidade eclética de Luigi Russolo, oscilando constantemente entre a esfera da teoria e da prática, terá ficado contente com todo este processo.

 

Luciano Chessa

excerto de “Uma orquestra metafísica para a Arte dos Ruídos: Investigando e Reconstruindo Intonarumori”, texto publicado no catálogo Art or Sound?, comissariado por Germano Celant para a Fundação PRADA em 2014

13 Abr 2017
Datas e Horários
Quinta → 22h
Preço
6€ a 12€
Classificação
M/6
Local
Sala Principal

Sinopse

inserido no Projecto P!
Habituámo-nos a ouvir ruído ― ou noise music ― vindo de instrumentos convencionais alterados e adaptados, ou, nos casos mais extremos, em objetos estranhos à música, amplificados para escutarmos o seu comportamento físico e acústico. Mas há pouco mais de 100 anos, encapsulado pelo seu manifesto futurista A arte dos ruídos, Luigi Russolo desenhou e construiu os primeiros instrumentos destinados a emitir ruído, criando novas ferramentas e conhecimentos que refletissem as novas paisagens sonoras que a realidade pós-industrial tinha gerado. Com grande parte desses instrumentos destruída durante a Segunda Guerra Mundial, foi só em 2009, nas comemorações do centenário do futurismo italiano, e a convite da bienal PERFORMA INC. de Nova Iorque, que se construíram fiéis réplicas com base nos desenhos originais, num processo meticuloso supervisionado pelo maestro Luciano Chessa. Além do repertório original, esta orquestra de 16 instrumentos tem criado um fantástico acervo de novas composições, elaboradas por nomes fundamentais do experimentalismo contemporâneo como Pauline Oliveros, Ellen Fullman, Elliott Sharp, Blixa Bargeld ou Mike Patton, mostrando afinidades entre duas épocas e histórias tão distantes. Estes são alguns dos autores que iremos escutar esta noite, num palco repleto de músicos ― um generoso ensemble de agentes provocadores locais dirigidos pelo próprio Luciano Chessa ―, repleto de instrumentos ― os 16 instrumentos de Russolo e alguns convidados especiais ―, e repleto de belos ruídos.

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Material Gráfico Cartaz Intonarumori 13 Abr 2017

Ficha Artística

direção: 
Luciano Chessa
diretor técnico: 
Joshua Howes
The Orchestra Of Futurist Noise Intoners:
Adriana Sá, Bruno Silva, Carlos Santos, Diana Combo, Diana Policarpo, Diogo Alvim, Joana da Conceição, Joana Gama, Joana Guerra, Joaquim Albergaria, Luís Lopes, Pedro Sousa, Ricardo Jacinto, Riccardo Wanke, Shela e Travassos
cantores:
Manuel Brás da Costa e Maria Radich

Apresentação no âmbito da rede House on Fire, com o apoio do Programa Cultura da União Europeia

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