Alex Cassal
Bios
Alex CASSAL
Nasceu em Porto Alegre, Brasil, em 1967. Encenador, dramaturgo e ator, licenciado em História. Faz parte do grupo brasileiro Foguetes Maravilha, responsável por espetáculos como Ele precisa começar e Ninguém falou que seria fácil. Tem colaborado com artistas das artes cénicas como Enrique Diaz, Dani Lima, Paula Diogo, Cláudia Gaiolas, Michelle Moura e Gustavo Ciríaco. Com Tiago Rodrigues, do grupo Mundo Perfeito, participou nos projetos Estúdios, Hotel Lutécia e Mundo Maravilha. O seu vídeo Jornada ao umbigo do mundo já foi exibido em países como Argentina, México, Cuba, Itália, Espanha, Alemanha, Grécia, Croácia, China e Japão. Em 2012, escreveu o texto Septeto Fatal para o Festival PANOS da Culturgest. Em 2016 encenou no Teatro Maria Matos o espetáculo As cidades invisíveis (apresentado também no Brasil, Argentina e Chile). Em 2017, escreveu e encenou o espetáculo Tiranossauro Rex para o Teatro Nacional D. Maria II e prepara Ex-Zombies: uma conferência para a temporada 2018 do mesmo teatro. Vive em Lisboa.
www.alexcassal.blogspot.com
Alfredo MARTINS
Licenciado em teatro pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto. Frequentou, ainda, o Dartington College of Arts (UK) e o Centre de Développement Choréographique de Toulouse (FR). Participou de estágios e cursos com companhias como Third Angel (UK), Gob Squad (DE) e Reality Research Center (FIN), com quem desenvolveu o projeto URBANIA. Em 2010, foi selecionado para a XIX Edição de La Nouvelle École des Maîtres – curso internacional itinerante de aperfeiçoamento teatral. É cofundador e artista associado do teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser, para o qual dirigiu os espetáculos Nacional-Material, Paisagem com Argonautas, OZZZZZ e Días Hábiles, entre outros.
Paula DIOGO
Bacharelato pela ESTC em Lisboa. Frequentou o curso de Línguas e Literaturas Modernas – variante Português e Espanhol da FLUCL. Foi cofundadora do Teatro Praga, da TRUTA e da produtora O Pato Profissional Lda, na qual trabalhou como criadora e coordenadora de produção, cruzando várias competências. Em 2004, foi distinguida pelo CPAI com o Prémio Teatro na Década — Melhor atriz pelo espectáculo Private Lives, do Teatro Praga. Em 2006, foi bolseira do CNC acompanhando os Gob Squad (UK/DE) em Berlim. Em 2007, frequentou o Curso de Encenação do Programa CCA da Fundação Calouste Gulbenkian com os ingleses Third Angel. Em 2009, começou com um grupo informal de artistas a desenvolver a Má-Criação, uma label dedicada a projetos colaborativos de performance e teatro. Em 2010, foi encenadora residente no NTN em Nápoles, Itália, dirigido por Antonio Latella. Colabora atualmente com diversos criadores e companhias em Portugal, Brasil, França e Itália.
Rafaela JACINTO
Licenciada em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema em 2012 com o espetáculo Tornados, de Alex Cassal e Felipe Rocha. Em 2016, trabalhou como assistente nas performances A Hundred Wars To World Peace de Christophe Meierhans e Worktable de Kate McIntosh. Em 2017, foi atriz nos espetáculos Despertar da Primavera, uma tragédia de juventude do Teatro Praga; We’re Gonna Be Alright do Teatro Cão Solteiro & André Godinho e Ad Bestias – Manual de Decoração para Sobreviventes de criação individual. Atualmente é professora de música do ensino básico, trabalha como atriz e assistente de realização com os realizadores Joaquim Pinto e Nuno Leonel e é aluna de pós-graduação em Cinema Documental pela Kino-Doc.
Este espetáculo também tem sessões para famílias. Consulte o separador Famílias.
Sinopse
Três viajantes flutuam no meio do Mediterrâneo. Enquanto se deixam levar pelas correntes rumo a um destino que ainda não conhecem, relembram os nomes das 55 cidades descritas por Italo Calvino no seu livro As Cidades Invisíveis. São cidades com nomes de mulheres, como se as cidades também fossem pessoas. Pessoas que são atraentes ou estranhas, velhas ou recém-nascidas, tranquilas ou furiosas. Pessoas que têm desejos, memórias, falas. No livro de Calvino, as cidades são protagonistas de histórias em que se confundem regiões reais e inventadas, ligadas por caminhos onde o trânsito é livre. Mas para os viajantes à deriva que fazem a cartografia imaginária de cidades improváveis que talvez nunca venham a conhecer, é preciso antes ultrapassar fronteiras – essas linhas que unem mas que também separam territórios, pessoas e culturas.

