Meg Stuart/Damaged Goods
Sinopse
Após um período de colaborações artísticas e cruzamentos com outras formas de arte, Meg Stuart regressa, em Violet, ao movimento como o seu motor principal, usando a coreografia para criar uma alquimia dos sentidos. O violeta, de acordo com a coreógrafa, é tanto uma cor como o lugar onde a ideia de cor tende a desaparecer, a última cor antes do desconhecido, onde a cor se perde no reino invisível das ondas ultravioletas.
Cinco bailarinos embarcam numa viagem aos limites do mundo real atravessando o palco como se fosse uma paisagem mental: esculturas cinéticas cujos gestos e movimentos desenham uma imagem intensa de uma frágil condição humana. As suas ações são manifestações de fenómenos, impercetíveis mas sempre ativos, um redemoinho de padrões energéticos hiperpormenorizados. O músico Brendan Dougherty acompanha o fluxo dos movimentos ao vivo, em palco, na eletrónica e na percussão. Com Violet, Meg Stuart apresenta o que ela considera ser o seu primeiro trabalho abstrato.
