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O Olhar de Milhões Raquel Castro Informações sobre o Evento
06 → 07 Dez 2017
Datas e Horários
quarta e quinta → 21h30
Preço
6€ a 12€
Menores de 30 anos 5€
Menores de 18 anos 3€
Duração
1h40
Classificação
M/16
Local
Sala Principal com bancada
Teatro co produção mm

O Olhar de Milhões
Raquel Castro

Biografias

Biografias

ANA BIGOTTE VIEIRA
Apoio Teórico

Ana Bigotte Vieira é doutoranda na FCSH-UNL tendo sido Visiting Scholar na NYU/Tisch School of the Arts entre 2009 e 2012. A sua investigação incide sobre o papel performativo dos Museus de Arte Moderna, centrando-se nas transformações culturais por que Portugal passa após a entrada na União Europeia. É cofundadora de baldio |Estudos de Performance e dramaturgista. Juntamente com Sandra Lang (Checoslováquia), com quem coedita a revista Jeux Sans Frontières, tem organizado uma série de eventos discursivos e performativos em torno da relação entre arte e política. Traduziu vários autores entre os quais Mark Ravenhill, Pirandello, Agamben e Lazzarato.

 

ANAÍSA LOPES
Interpretação

Licenciada em 2006 em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura (UTL), fez uma pós-graduação em Cenografia e posteriormente terminou a Licenciatura em Dança pela Escola Superior de Dança. Estuda desde 2003 danças urbanas: Hip Hop, Breakdance, House, Waackinge Vogue e paralelamente Tribal Fusion Belly Dance e Capoeira, pesquisando nos últimos anos sobre a integração dos estilos de rua, no meio académico e performativo. Frequentou o Workshop Internacional de Cenografia, Dança e Arquitectura, lecionado em Paris na École National d’Architecture de La Défense e Centre National de Danse (2009). Em 2011 apresentou a sua criação Corpo (I)lógico no festival de criadores emergentes 1o andar, organizado pela 4a parede. Atualmente é bailarina da crew de Hip Hop, ButterflieSoulflow e é fundadora e diretora artística da Companhia Orchidaceae Urban Tribal. Participou em videoclips (p.e Philarmonic Weed, Sam the Kid, Mundo Complexo, Buraka Som Sistema, Deolinda), participou também em várias battles como Júri convidada e foi bailarina no projeto de vídeo-dança Canto de Amor, realizado por João Nuno Pinto, inserido no projeto Movimentos Perpétuos – Arte para Carlos Paredes. Paralelamente à actividade de intérprete e coreógrafa, lecciona aulas de dança na Jazzy Dance Studios e internacionalmente em diversos festivais. Como intérprete trabalhou com Kwenda Lima Nha Corpu teu fado, Tiago Guedes na peça Hoje, Filipa Francisco na peça Íman, com Marco da Silva Ferreira no peça Hu(r)mano e Victor Hugo Pontes na peça Fall. Atualmente participa na peça brother de Marco da Silva Ferreira (estreada em janeiro de 2017).

 

DAVID MARQUES
Interpretação

Licenciado pela Escola Superior de Dança de Lisboa. Frequentou a formação ex.e.r.ce do Centre Chorégraphique National de Montpellier, dirigida por Mathilde Monnier, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Teve formação em criação coreográfica com Mathilde Monnier, Loic Touzé, Lisa Nelson, David Wampach, Mark Tompkins, Rémy Heritier (ex.e.r.ce), Vera Mantero, Emmanuelle Huyn, Deborah Hay, Meg Stuart (Fórum Dança). Começou a desenvolver o seu trabalho como coreógrafo em 2007 com o apoio da EIRA em Lisboa. Desde então, tem vindo a apresentar as suas peças em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Ucrânia e Israel. Criou Motor de Busca, Future Plans, KIN e Conquest, uma adaptação coreográfica de um solo de Deborah Hay, comissariado pela Fundação de Serralves. Com Ido Feder criou Bête de Scène e Images de Bêtes, em colaboração com o fotógrafo Uri Gershuni, para o Festival Temps D’Images. Tem sido regularmente apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Secretaria de Estado da Cultura/ Direcção-Geral das Artes para a criação dos seus projectos. Como intérprete destaca o trabalho com Loic Touzé, David Wampach, Francisco Camacho, Filipa Francisco, Tiago Guedes, Lígia Teixeira, Maya Levy&Anando Mars, Bosmat Nossan, Lucie Tuma e Emily Wardill, artista visual. Tem dirigido ateliers de composição coreógráfica nomeadamente na Jerusalem Academy of Music and Dance e no âmbito do projecto Dance Research (SIDance) em Seoul.

 

JOANA BÉRTHOLO
Dramaturgia

Joana Bértholo, Lisboa, 1982. Licenciada em Design de Comunicação e doutorada em Estudos Culturais; dá aulas, escreve para papel, para palco e para a academia. Tem vários romances e livros de contos, e um livro juvenil, publicados na Editorial Caminho; e outros textos noutras editoras. Recebeu o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho em 2009; foi duas vezes nomeada para o Prémio Novos, na categoria Literatura e teve um conto publicado na revista Granta. A sua tese de doutoramento foi publicada em língua inglesa pela Routledge. O seu próximo romance chama-se Ecologia, e está previsto para 2018. Nos palcos, colaborou na dramaturgia de várias criações da coreógrafa Madalena Victorino; escreveu nove peças para o Festival Teatro das Compras. A sua primeira peça longa foi escrita no âmbito de um Laboratório do Teatro Nacional Dona Maria II orientado por Rui Pina Coelho e vai estar em cena no final de 2018. Chama-se O Quarto Minguante.
www.unscratchable.info

 

JOÃO VILLAS BOAS
Interpretação

Nasceu em 1982. Completou o curso de Representação da ACT – Escola de Actores em 2010, de onde destaca professores como Beatriz Batarda, Marco Martins, Maria Duarte, Miguel Seabra. Mestre em Psicologia Social pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Faculdade de Coimbra. Em 2016, fez a École des Maitres, edição orientada por Christiane Jatahy.  No mesmo ano frequentou o curso de Verão da escola de dança P.A.R.T.S. em Bruxelas. Como ator, trabalhou em teatro com Luís Miguel Cintra, Christiane Jatahy, Jorge Andrade, Miguel Loureiro, Gonçalo Amorim, António Pires, Jean-Paul Bucchieri, Daniel Gorjão e Martim Pedroso. Foi também assistente de encenação de Gonçalo Amorim no  espectáculo Os Negócios do Senhor Júlio César de Bertolt Brecht. Em cinema, trabalhou com Raul Ruiz, Valéria Sarmiento, Vicente Alves do Ó, André Santos e Marcos Leão e António-Pedro Vasconcelos. Deu assistência de voz e movimento em diversos projectos teatrais e na ACT – Escola de Actores.

 

JOSÉ CAPELA
Cenografia

Nascido em 1969, licenciou-se em arquitectura pela FAUP, 1995. Foi colaborador do Atelier 15 (Alexandre Alves Costa / Sergio Fernandez). Leccionou na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Desde 2000, é docente da Universidade do Minho, leccionando atualmente nos cursos de arquitetura e de teatro. Acaba de concluir a dissertação de doutoramento Operar conceptualmente na arte. Operar conceptualmente na arquitectura com supervisão de Vítor Moura (UM) e de Pier Vittorio Aureli (Berlage Institute/ Architectural Association). Foi um dos comissários da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2010, e membro dos projetos Inquérito à Arquitectura Portuguesa do Século XX (Ordem dos Arquitectos) e Ruptura Silenciosa. Intersecções entre a arquitectura e o cinema. Portugal, 1960-1974 (FAUP / Cinemateca Portuguesa). Foi membro dos conselhos editoriais das revistas Jornal-Arquitectos (Ordem dos Arquitectos) e Laura (EAUM). Trabalha pontualmente como projetista. Iniciou-se no teatro em 1989 no TUP onde foi ator, figurinista e designer gráfico, e fez parte da Direção. Em 2002 fundou, com Jorge Andrade, a mala voadora – companhia da qual é codirector artístico e cenógrafo. Trabalhou como cenógrafo com Rogério de Carvalho, João Mota, Miguel Loureiro e Álvaro Correia, e foi consultor de projetos de Dinis Machado, Victor Hugo Pontes e & (Raquel André + Tiago Cadete). Escreve regularmente sobre arquitetura e sobre cenografia, tendo publicado em revistas como Jornal-Arquitectos, Murphy, L’Architecture d’Aujourd’hui, Laura, Artistas Unidos, Obscena, Cadernos Rivoli, Margens e Confluências, entre outras, e tem colaborado em publicações da Editora Dafne. Tem divulgado o seu trabalho como cenógrafo em eventos nacionais e internacionais. Foi nomeado na categoria “Melhor trabalho Cenográfico” pelos Prémios SPA/RTP 2012 pela cenografia de memorabilia.

 

MARCO DA SILVA FERREIRA
Interpretação

Nascido em 1986 de Santa Maria da Feira. Intérprete profissional desde 2008, tendo dançado para André Mesquita, Hofesh Shechter, Sylvia Rijmer, Tiago Guedes, Victor Hugo Pontes, Paulo Ribeiro, entre outros. Paralelamente à carreira de bailarino fez assistência coreográfica da peça Hamlet da Mala Voadora em 2014 e desde esse ano é assistente artístico de Victor Hugo Pontes nas criações(Fall, Se Alguma Vez e Carnaval (CNB). Como coreógrafo, estreou-se em 2012 com Nevoeiro 21 no contexto de Palcos Instáveis. Em 2013 apresentou Réplica…éplica…éplica, um solo site-specific para o Festival Imaginarius2013 onde foi premiado pelo mesmo. Ainda neste ano, cocriou Por minha culpa, minha tão grande culpa com Mara Andrade no contexto de Palcos Instáveis tendo depois sido apresentada no festival Guidance2013. Também em cocriação e a convite do Festival Walk& Talk Açores, criou com Victor Hugo Pontes A Ilha. No início de 2014 estreou Hu(r)mano, o seu primeiro projeto apoiado pela DGArtes, que integrou em 2015 a plataforma Aerowaves Priority Companies e que está ainda em digressão nacional e internacional (Barcelona, Lublin, Paris, Lyon, Marselha, Londres, Roma, Groningen, Rio de Janeiro, entre outros). Em 2014, cocriou com outros dois artistas Land(e)scape, uma peça multi-disciplinar (artes plásticas, dança e instalação sonora) para o Festival Imaginarius2014. Em 2016 tem vindo a desenvolver brother que estreou em Janeiro de 2017. Academicamente é bacharelado em Fisioterapia.

 

MIGUEL LUCAS MENDES
Músico | Compositor | Técnico de Som

Nasce em 1978 em Lisboa. Desde cedo aprendeu a tocar guitarra. Frequentou a Academia dos Amadores de Música, JB Jazz para baixo elétrico e estudou cinema na Universidade Moderna. Em 2000 começou a sua carreira profissional como técnico de som, a trabalhar com várias companhias e festivais ligados ao teatro, dança e música. A sua experiência profissional passa por companhias como Teatro O Bando, Companhia Olga Roriz, Teatro da Comuna, Teatro Trindade, em festivais inclui-se Alkantara Festival, Citemor, FIAR, Faro Capital da Cultura entre outros. Músicos como Rui Baeta, Melech Mechaya, Carlos Mendes, António Vitorino, Fernando Tordo, Filipa Pais e musicais como Cabaret, Pino do Verão e a Saga. Tem vindo a explorar a construção de novos instrumentos musicais e continua a compor música. Em 2010, cofundou Feedback Kolectiv uma plataforma dinâmica e aberta, onde artistas de diferentes áreas apresentam e promovem o seu trabalho de forma informal. Compôs música original para curtas-metragens, e colaborou como compositor e músico ao vivo no Matadero, em Madrid (2010). Compôs musica para três peças de Sylvia Rijmer: Every.Body.Hunts (2011), The Interview (2011) e Anatomization (2012). Em 2012 foi convidado pelo curador Paulo Mendes para tocar ao vivo na fábrica ASA, num projecto inserido na Guimarães Capital da Cultura. Foi também a convite de Paulo Raposo que participou num evento musical, organizado pela RadioZero (RadioLX 2012). Actuou ao vivo,em parceria com Hugo Alves, no concerto Drone Fields, que envolve música e projecção de video manipulado em tempo real. Em colaboração com o mesmo, compôs musica ao vivo e criou o projeto CO-LAB (2014). Ainda em 2014 realizou uma residência artística com nome Metatron no  espaço F.O.R e mais recentemente colaborou no projecto Hierarquia das Nuvens, de Rui Horta. Desde 2006, é técnico audiovisual no Maria Matos Teatro Municipal, em Lisboa.

 

RAQUEL CASTRO
Direção Artística | Criação | Encenação

Licenciada em Teatro – Formação de Atores da Escola Superior de Teatro e Cinema (2005-2008). Licenciada em Enfermagem (2004). Participou no Laboratório de Biografia do Teatro Maria Matos (com workshops e palestras de Rui Catalão, Nature Theater of Oklahoma, Xavier Le Roy, Nelson Guerreiro e Maria Antónia Oliveira) e fez o workshop Devising within a community com a companhia de teatro norte- americana The Team. Participou na XXII edição da École des Maîtres, sob a direção de Constanza Macras. Como intérprete trabalha regularmente com Pedro Gil, Gonçalo Amorim, tendo também participado em projetos de Madalena Victorino, Giacomo Scalisi, Ricardo Gageiro, Mickael Oliveira, Nuno M. Cardoso, Mónica Calle, Rui Pina Coelho e Tónan Quito. Recentemente participou no projecto Occupation Bastille, no Teatro da Bastilha/Teatro Nacional Dona Maria II, dirigido por Tiago Rodrigues. Criou o espetáculo Os Dias são Connosco (2013), a exposição/performance Uma Retrospectiva (2013), em colaboração com Mariana Tengner Barros, encenou/interpretou a peça Dona de Casa de Esther Gerritsen (2014), cocriou com Gonçalo Amorim, Pedro Gil e Rui Pina Coelho o espetáculo Casa Vaga (2015) e com Pedro Gil e Miguel Castro Caldas o espectáculo Terreno Selvagem (2016).

 

RUI MONTEIRO
Desenho de Luz

Nasceu em Braga em 1988. Concluiu o curso de Luz e Som na Academia Contemporânea do Espectáculo, trabalhou com as instituições TNSJ, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Meridional, Escola de Mulheres – Oficina de Teatro, Teatro Bruto, TN21 – Associação Cultural Teatro Nacional 21, Porta 27 – Companhia de Teatro e Associação Cultural, TEP – Teatro Experimental do Porto e o Cão Danado e Companhia. Desenhou a luz em espetáculos como VLCD!, Do lugar onde estou já me fui embora, Reféns, Cratera, as crianças com segredos, O outro, Estocolmo, Felizmente há luar!, Hoje durmo em Berlim, Violência-fetiche do homem bom, Comida, Cassandra. É bolseiro da Gulbenkian estando a trabalhar com Bob Wilson e Romeo Castellucci.

 

TERESA COUTINHO
Interpretação

Nasceu em 1988. Licenciada em Interpretação pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, completou o último ano da sua formação na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.  Em 2016, fez a École des Maitres, edição orientada por Christiane Jatahy. Participou em workshops nas áreas da interpretação e movimento, destacando as experiências com a companhia holandesa KASSYS, com Jos Houben na École Jacques Le Coq Paris e com Beatriz Batarda na ACT – Escola de Actores. Frequentou ainda o curso Vídeo Lab na Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Como actriz, realça em teatro o trabalho com Christiane Jatahy, Rogério de Carvalho, Maria João Luís, Ricardo Neves-Neves, Maria Duarte, Os Possessos e Nuno M. Cardoso. Cocriou, em 2014, Indicação Para se Perder, com Constança Carvalho Homem, a partir da obra de Marguerite Duras. Como assistente de encenação, trabalhou com Faustin Linyekula, Beatriz Batarda e Natália Luiza. Integra ainda a equipa de assistência de Mónica Calle no espectáculo Virgem Doida, em Paris, programado no âmbito do festival Chantiers d’Europe. Em cinema, realça o trabalho com Marco Martins e com João Sousa Cardoso. É, desde 2016, coordenadora do ciclo de poesia Clube dos Poetas Vivos no Teatro Nacional Dona Maria II.  Coordenou, em 2016, o workshop a partir do texto de Cláudia R.Sampaio Ode Inacabada, com os grupos participantes no projecto PANOS, na Culturgest.

 

VÍTOR ALVES BROTAS
Produção executiva

Nasceu em 1984 em Évora. Licenciado em Artes do Espetáculo pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Fundador da Agência 25, uma estrutura de produção cultural. É diretor de produção no Atalaia Artes Performativas (residências de criação + festival) desde 2016. É produtor executivo na Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura, no MIL – Lisbon International Music Network e na BoCA – Biennial of Contemporary Arts. Trabalha com Fernando Ladeiro-Marques (MaMA Event, França) desde 2013 na implementação lisboeta do projeto The French Beat. Tem vindo a colaborar desde 2016 em várias missões com o projeto GERADOR. É o colaborador europeu, desde 2015, da companhia de teatro chilena Silencio Blanco. Integra, desde 2016, o coletivo de dança contemporânea The House of Unicorns, onde é responsável pela produção. Fez parte da equipa de António Pinto Ribeiro, entre 2013 e 2015, na execução do Programa Gulbenkian Próximo Futuro, um festival de cultura contemporânea oriunda de geografias como África, América Latina e Caraíbas organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Entre 2012 e 2015 foi corresponsável pela produção e comunicação do Offbeatz, multiplataforma de divulgação da indústria musical em Portugal. Entre 2009 e 2011 foi responsável pela produção, comunicação e assessoria de imprensa do projeto The Dorian Effect.

 

06 → 07 Dez 2017
Datas e Horários
quarta e quinta → 21h30
Preço
6€ a 12€
Menores de 30 anos 5€
Menores de 18 anos 3€
Duração
1h40
Classificação
M/16
Local
Sala Principal com bancada

Sinopse

É o maior cruzeiro do mundo e está prestes a levantar âncora em direção ao infinito  azul. Desenganem-se aqueles que pensam que se trata apenas de mais um navio de cruzeiro. As características d’Olhar de Milhões conferem-lhe o estatuto de um mega resort flutuante — o maior da Europa — e o único capaz de proporcionar a derradeira experiência, ilimitada e total. Para além das aclamadas atrações Ultimate Abyss, Fetiche Arena, Wind Tunnel, Chemical Enhanced Racing, Mummy`s Milk Shot, Full Communication Zone, há novidades para todos os perfis, a não perder.  Porque só se vive uma vez.

A Rede 5 Sentidos, que reúne onze teatros de todo o país, convidou a encenadora e atriz Raquel Castro a criar uma nova encenação que circulasse pelos teatros da rede. O resultado desta coprodução à escala nacional é a peça O Olhar de Milhões.

 

Digressão nacional 

23 outubro (antestreia) – O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo
28 outubro (estreia) – Teatro Viriato, Viseu
4 novembro – Centro Cultural Vila Flor, Guimarães
11 novembro – Centro de Artes de Ovar
18 novembro – Teatro Municipal da Guarda
22 novembro – Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra
25 novembro – Teatro Virgínia, Torres Novas
1 e 2 dezembro – Teatro Carlos Alberto, Porto
6 e 7 dezembro – Maria Matos Teatro Municipal, Lisboa
16 dezembro – Teatro Micaelense, São Miguel, Açores

 

Sinopse

crédito: Mariana Silva
crédito: Mariana Silva

Sinopse

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Ficha Artística

criação e direção artística:
Raquel Castro

dramaturgia:
Joana Bértholo

interpretação:
Anaisa Lopes, David Marques, João Villas Boas, Marco da Silva Ferreira e Teresa Coutinho

assistência à criação:
Filipa Matta

apoio teórico:
Ana Bigotte Vieira

desenho de luz:
Rui Monteiro

cenografia:
José Capela

sonoplastia e música original:
Miguel Mendes

produção:
Barba Azul

produção executiva:
Vítor Alves Brotas

coprodução:
Rede 5 Sentidos – Teatro Viriato, Teatro da Guarda, Maria Matos Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Virgínia, Centro de Artes de Ovar, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro Micaelense, Teatro Nacional de São João, Teatro Municipal do Porto, O Espaço do Tempo

foto:
Ian Hughes

coprodução da rede 5 sentidos

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