Saltar para o conteúdo principal Mapa do Website
  • Arquivo
  • Explorar
  • O Teatro
    • Missão e História
    • Redes de Programação
    • Coproduções
    • Teatro Verde
    • EGEAC
  • pt Idioma em Português
  • en Idioma em Inglês
Noites Brancas Mónica Calle, Paula Diogo e Sofia Dinger Informações sobre o Evento
09 → 14 Jul 2013
Datas e Horários
sessão contínua com livre circulação 19h00 às 24h00
Preço
12€ / Com desconto 6€
Local
Sala Principal
Informação Adicional

Inserido no 30º Festival Internacional de Teatro de Almada

Teatro

Noites Brancas
Mónica Calle, Paula Diogo e Sofia Dinger

09 → 14 Jul 2013
Datas e Horários
sessão contínua com livre circulação 19h00 às 24h00
Preço
12€ / Com desconto 6€
Local
Sala Principal
Informação Adicional

Inserido no 30º Festival Internacional de Teatro de Almada

Sinopse

A convite do Teatro Maria Matos, três criadoras de gerações diferentes, Mónica Calle, Paula Diogo e So a Dinger refletem sobre as temáticas Povo, Poder e Revolução, numa época de forte agitação social e política. Colocando três gerações com diferentes abordagens artísticas em diálogo, noites brancas propõe uma discussão sobre formas de posicionamento em relação à política e à arte.

1.

este amontoado de corpos pardacentos são eles. não passam, na noite, de uma massa única, silenciosos, só a custo visíveis, agarrando-se talvez uns aos outros. estão distantes da baía, ninguém rema, os remos mergulham nas águas ao abandono. a noite está semeada de absurdos.

absurdos brilhos, as estrelas, os faróis, as névoas, as luzes de terra, e na montanha os clarões débeis da giesta a arder.
quero eu dizer nunca mais
nem luzes luzes quero eu dizer não tocará nunca mais
aí esta nunca mais
aí está aí está
mais nada

Samuel Beckett

2.

Poder e violência são opostos; onde um domina absolutamente, o outro está ausente. A violência aparece onde o poder está em risco, mas, deixada a seu próprio curso, ela conduz à desaparição do poder.

Hannah Arendt

3.

As asas
Se lhe tivesse cortado as asas Ele ainda estaria comigo Não teria partido

Mas assim
Não seria mais um pássaro

Mas assim
Não seria mais um pássaro
E eu, é o pássaro que eu amava.

Joxean Artze

 

Ver Arquivo
  • Maria Matos
  • EGEAC

Morada e Contactos do Teatro

E-mail: geral@egeac.pt

  • Arquivo
  • Teatro Maria Matos
  • Explorar
  • Mapa do Website
  • Termos e Condições
  • Consulte a declaração de conformidade deste Site no Site da comAcesso, nova janela
© 2026 Maria Matos Teatro Municipal
Made by v-a