Truta
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Truta
A Associação Cultural TRUTA nasceu em 2003, por iniciativa de um grupo de jovens criadores, com formação na área do teatro, tendo em vista a realização dos seus projectos. Entendendo o trabalho em grupo como sinónimo de preservação das múltiplas individualidades e de abertura ao exterior, procuramos trabalhar com diferentes artistas, contribuindo desta forma para o desenvolvimento de uma comunidade artística que privilegie a valorização de sinergias. De igual modo, temos uma direcção artística partilhada pelos seus membros que assumem diferentes funções, e em que as decisões são tomadas por consenso.
Apostamos na abordagem a textos clássicos, privilegeando o trabalho sobre o texto e a palavra, e em processos de trabalho que nos permitam explorar a nossa capacidade de construção de objectos artísticos enquanto colectivo, explorando modelos de criação como o devise theater e o teatro documental.
Assim, o estabelecimento de parcerias, tem sido também fundamental para a concretização dos nossos projectos. Até à data estabelecemos parcerias com as seguintes instituições: Culturgest; Centro Cultural de Belém; Teatro Viriato; Teatro Municipal de Almada; Espaço do Tempo; Devir/Capa; Câmara Municipal de Cascais nos Projectos Escola Criativa; Câmara Municipal de Lagoa; Câmara Municipal de Alcochete; Câmara Municipal de Sobral de Monte Agraço; Teatro PRAGA; Centro Educativo Alda Guerreiro (Vila Nvª de Stº André); ZDB; Lugar Comum; Chapitô; Fundação Calouste Gulbenkian/Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística; ACERT; Espaço do Tempo; CAPA; Câmara Municipal de Castro Verde; Divisão do Ambiente da Câmara Municipal de Lisboa; AJA G.A.T.O; CCC Caldas da Rainha; Centro Cultural Vila Flôr; Artemrede; Transforma; do Centro Cultural de Cascais; Associação Cultural Alto do Moinho da Cova da Moura e com financiamentos da Direcção Geral das Artes/Ministério da Cultura, do ACIME – Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas; 74ª Feira do Livro de Lisboa/A.P.E.L.; Comum – Rede Cultural; Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas no Programa de Itinerâncias 2003/2008.
Até hoje a Truta desenvolveu os seguites projectos na área de Teatro: A Força do Hábito de Thomas Bernhard (2003), encenação Joaquim Horta; Da Mão para Boca de Paul Auster (2005), criação colectiva; Da Felicidade (2006-2007), criação colectiva; EN2/PT (2008), criação de Ruben Tiago em colaboração com Andresa Soares, Nuno Lucas e Iuri Albarran; A Resistível Ascensão de Arturo Ui (2008), de Bertold Brecht, com encenação de Joaquim Horta; West Coast (2009), dirigido por Rúben Tiago.
Na área da Dança desenvolveu vários trabalhos de Marlene Freitas: Notes of a Kaspar (2004); Primeira Impressão (2005); Larvar (2006; A Improbabilidade da Certeza (2006).
Desde a sua fundação que a TRUTA tem realizado de forma continuada projectos vocacionados para o público infantil. Acreditamos que uma das vocações do nosso colectivo passa também pela formação de novos públicos, procurando sensibilizá-los para a arte numa linguagem contemporânea, de um modo eminentemente interactivo e que propõe reinventar novas formas de ler o mundo. Foi assim, através do cruzamento de diferentes expressões artísticas, que desenvolvemos diferentes projectos, como a Biblioteca Sensível Itinerante (2003/09 – Programa de Itinerâncias da DGLB); Canteiro das Memórias (2003); Jardim da Aurora (2004); Projecto de Dança Contemporânea – Cova da Moura 2005/6; Diário do Sr. Lepidóptero, integrado no Programa de Itinerâncias da DGLB desde 2007.
Melech Mechaya é uma viagem festiva pela música klezmer, com uma sonoridade contagiante que une aromas árabes e ritmos ciganos à tradição judaica. Da Hungria a Israel, dos Balcãs a Nova Iorque, são festas e celebrações de público em pé e cadeiras vazias. Entre o riso e a dança, uma pândega não aconselhada a cardíacos!
com direcção musical e participação especial dos Melech Mechaya/quarta 24 Março conversa após o espectáculo
Sinopse
A peça Ivanov é uma sátira de uma sociedade hipócrita e vazia de princípios, que vive entre a imobilidade e a incapacidade de existir. Ivanov é um homem banal, como muitos outros, que se vê confrontado com o tédio da sua situação familiar e social, com o desgosto e a angústia; e que tem de gerir as suas dívidas, as suas culpas, as pressões dos que o rodeiam, também como os seus problemas. Até que não percebendo nada da sua vida, compreende o que deve fazer… E decide: acabar. E acaba a peça.