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Isto é uma Tragédia Cão Solteiro & Vasco Araújo Informações sobre o Evento
17 → 20 Nov 2016
Datas e Horários
quinta a sábado → 21h30 / domingo → 18h30
Preço
6€ a 12€
Classificação
A classificar pela CCE
Local
Sala Principal
Teatro coprodução mm

Isto é uma Tragédia
Cão Solteiro & Vasco Araújo

Bios

Bios

Cão Solteiro é uma plataforma de artistas com diferentes práticas que desenvolve, desde 1997, projectos de teatro a partir do cruzamento de linguagens e da transferência de códigos entre disciplinas artísticas.

Outras produções:

Marie & Bruce, Cão Solteiro & Nuno Carinhas,  CCB, 1997.
Aguantar, Cão Solteiro & Nuno Carinhas, IFICT, 1999.
Furiosa Tempestade, Cão Solteiro & Nuno Carinhas, Cantina da Faculdade de Ciências, 2000.
Problemas, Cão Solteiro & Nuno Carinhas, Armazém do Ferro, 2001.
Tás senti ton pensier avancer um pas dans le silence ? Festival de Teatro “Les Informelles”, Marselha, França, 2001.
O Alfinete do Anestesista, Cão Solteiro & Rogério de Carvalho, Armazém do Ferro, 2001.
Pano de Muro, Cão Solteiro & Miguel Loureiro, Armazém do Ferro, 2002.
Histórias Misóginas, Cão Solteiro & Nuno Carinhas, Armazém do Ferro, 2002.
I . Sobre a Luz, Cão Solteiro & Rogério de Carvalho, Casa dos Dias da Água, 2003.
II . Obscuridade, Cão Solteiro & Nuno Carinhas, Casa dos Dias da Água, 2003.
Nocturno Delirante, Cão Solteiro & Nuno Carinhas. Jardim da Casa dos Dias da Água, 2004.
Sobre a Mesa a Faca, Cão Solteiro & Teatro Praga, Armazém do Hospital Miguel Bombarda, 2005.
Vistas da Cidade, Cão Solteiro &  Nuno Carinhas, Casa d’Os Dias da Água, 2005.
Casa Cena, criação para uma casa devoluta na Rua do Crucifixo, 2006.
Drama, Cão Solteiro & Miguel Loureiro, Casa d’Os Dias da Água, 2006.
Michaux, Cão Solteiro & Nuno Carinhas, Casa d’Os Dias da Água, 2006.
Cha Cha Cha, Casa d’Os Dias da Água, 2006.
A Carta Roubada, Cão Solteiro & Miguel Loureiro, Casa na Rua do Crucifixo, 2007.
3, Cão Solteiro & André Godinho, Rua Poço dos Negros, 120, 2007.
_ _ _ _ ,  Cão Solteiro & André e. Teodósio, Poço dos Negros 120, 2007.
Strange Fruit , Cão Solteiro & Miguel Loureiro, Rua Poço dos Negros 120, 2008.
Aqui Também Acabou , Cão Solteiro & André Guedes, Rua Poço dos Negros 120, 2008.
Man Power, co-produção com Cosmic Mega Brain, apresentado em Lisboa, 2008 e em Londres, 2009.
Tink, Rua Poço dos Negros 120, 2009.
A Portugueza, Cão Solteiro & Vasco Araújo em co-produção com Teatro Maria Matos. Setembro 2009, Festival Materiais Diversos, Alcanena, 2009, Maria Matos Teatro Municipal, Lisboa, 2010 e 2011, Festival Escrita na Paisagem, Évora, 2011.
Shoot the Freak, Cão Solteiro & André e. Teodósio em co-produção com a Culturgest. 2010.
Hotel União, Em co-produção com Festival Materiais Diversos. Minde. 2010.
We All Go a Little Mad Sometimes, Cão Solteiro & André Godinho, em co-produção com Festival Temps d’Images. Espaço Alkantara, 2010, Plataforma PT11, Montemor-o-Novo, 2011.
Santo Súbito, Cão Solteiro & Miguel-Manso, Poço dos Negros 120, 2010.
Missing Yevonde, Em co-produção com Fundação Paula Rego, Casa das Histórias, Cascais e Fundação EDP, Porto, 2011. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Casa das Caldeiras, Coimbra, 2012.
Play, The Film, Cão Solteiro & André Godinho,  em co-produção Festival Temps d’Images, Teatro Camões, 2011 e 2012, Teatro Viriato, Viseu, 2012, Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra, 2012, Teatro Municipal de Estarreja, Estarreja,  2012, PT13 no Teatro Curvo Semedo, Montemor-o-Novo, 2013. Estar em Casa, São Luiz Teatro Municipal. Lisboa 2016.
Top Models: Paula Sá Nogueira (um bestiário), Cão Solteiro & André e. Teodósio, em co-produção com Culturgest, Lisboa, 2012, Festival Gil Vicente, CCVF, Guimarães Capital da Cultura 2012.
A Africana, Cão Solteiro & Vasco Araújo, em co-produção Maria Matos Teatro Municipal e Fundação Calouste Gulbenkian. Teatro Maria Matos, Lisboa, 2012, Festival Gil Vicente, CCFV, 2013.
Enciclopédia: X, Cão Solteiro & Afonso Cruz, Poço dos Negros 120, 2013. Week-end International à la Cité, Thèâtre de la Cité International, 2014. PT15 no Convento da Saudação, Montemor-o-Novo, 2015.
Day For Night, Cão Solteiro & André Godinho, em co-produção com Culturgest, 2014.
Fim da Fita, André Godinho & Cão Solteiro, Curta-Metragem,  Festival Temps d’Images, Cinema Ideal, 2014.
Antológica, Cão Solteiro & Vasco Araújo, em co-produção com Maria Matos Teatro Municipal e Centro Cultural Vila Flor. Lisboa e Guimarães, 2014.
Morceau de Bravoure, Cão Solteiro com a colaboração de André Godinho, em co-produção com a Companhia Nacional de Bailado. CNB, Lisboa, 2015.
Vasco Araújo, nasceu em Lisboa, em 1975, cidade onde vive e trabalha. Em 1999 concluiu a licenciatura em  Escultura pela FBAUL., entre 1999 e 2000 frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas da Maumaus em Lisboa.  Desde então tem participado em diversas exposições individuais e colectivas tanto nacional como internacionalmente, integrando ainda programas de residências, como Récollets (2005), Paris; Core Program (2003/04), Houston. Em 2003 recebeu o Prémio EDP Novos Artistas.

Das exposições individuais destacam-se: “Decolonial desires”, Autograph ABP, Londres, U.K. (2016); “Potestad”, MALBA – Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina.(2015);  “Under the Influence of Psyche”, The Power Plant, Toronto (2014); “Debret”, Pinacoteca do Estado de S. Paulo, S. Paulo (2013);  “Avec les voix de l’autre”, Musée d’art de Joliette, Joliette (2011); « Mais que a vida », Fundação C. Gulbenkian/ CAM, Lisboa e MARCO, Vigo (2010) ; “Eco” Jeu de Paume, Paris (2008); “Vasco Araújo: Per-Versions”, the Boston Center for the Arts, Boston (2008); About being Different (2007), BALTIC Centre for Contemporary Art, U.K.; Pathos (2006), Domus Artium 2002, Salamanca; Dilemma (2005), S.M.A.K., Gent; L’inceste (2005), Museu do Azulejo Lisboa; The Girl of the Golden West (2005), The Suburban, Chicago; Dilema (2004), Museu de Serralves, Porto; Sabine/Brunilde (2003), SNBA, Lisboa.

Nas exposições colectivas destaque para a participação na  “All that Falls”, Palais de Tokyo, Paris (2014); “Investigations of a Dog”, Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim (2009); “Everything has a name, or the potential to be named”, Gasworks, Londres (2009); “Em Vivo Contacto”, 28º Bienal de S. Paulo, São Paulo (2008); “Artes Mundi, Wales International Visual Art Exhibition and Prize”, National Museum Cardiff, Cardiff (2008); “Kara Walker and Vasco Araújo:  Reconstruction”, Museum of Fine Arts,  Houston, (2007); “Drei Farben – Blau”, XIII Rohkunstbau, Grobleuthen (2006); “Experience of Art”; La Biennale di Venezia. 51th International Exhibition of Art, Veneza; “Dialectics of Hope”, 1st Moscow Biennale of Contemporary Art, Moscovo, (ambas em 2005); Solo (For Two Voices), CCS, Bard College (2002), Nova Iorque; “The World Maybe Fantastic” Biennale of Sydney (2002), Sydney; Trans Sexual Express, Barcelona 2001, a classic for the Third millennium (2001), Centre d’Art Santa Mònica, Barcelona.

O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e representado em várias colecções, públicas e privadas, como Centre Pompidou, Musée d’Art Modern (França); Museu Colecção Berardo, Arte Moderna e Contemporânea, (Portugal); Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal); Fundación Centro Ordóñez-Falcón de Fotografía – COFF (Espanha); Museo Nacional Reina Sofia, Centro de Arte (Espanha);  Fundação de Serralves (Portugal); Museum of Fine Arts Houston (EUA), Pinacoteca do Estado de S. Paulo (Brasil).

www.vascoaraujo.org

17 → 20 Nov 2016
Datas e Horários
quinta a sábado → 21h30 / domingo → 18h30
Preço
6€ a 12€
Classificação
A classificar pela CCE
Local
Sala Principal

Sinopse

Há um certo entendimento poético do mundo, eventualmente maioritário, que descreve a existência humana e as relações entre pessoas como um desencontro absurdo. As pessoas não se percebem nem percebem o que veem, tudo nos escapa, seremos sempre insuficientes, estaremos sempre solitários, etc. Perante a dificuldade sugere-se que mais vale o silêncio ou que calar-se será o melhor modo de descrever a existência.

ISTO É UMA TRAGÉDIA escolhe um outro ponto de vista. Os dias são o que são, as conversas são o que são. Não existem entendimentos perfeitos e portanto imperfeitos também não. Isto é isto. Perante a evidência mais vale conversar, falar sem fim, sem interrupção, sem consequência ou finalidade. Nada fica.

Em ISTO É UMA TRAGÉDIA tudo o que há para ver está à mostra. Não se esconde o final para o largar no final, nem a identidade para a revelar no momento certo, não se usam mistérios, não se fazem revelações.

O desafio deste espetáculo é desaparecer como a vida.

 

Ficha Artística

de:
Cão Solteiro & Vasco Araújo em colaboração com José Maria Vieira Mendes, Patrícia da Silva, Sónia Baptista, Raimundo Cosme, Daniel Worm, Emídio Buchinho, Maria Sequeira Mendes e Nuno Fonseca

coprodução:
Cão Solteiro e Maria Matos Teatro Municipal

agradecimentos:
Fundação Calouste Gulbenkian, Culturgest, Companhia Olga Roriz, Ntheias, Rute Reis – ESTC, João Calixto, Nuno Tomaz, Tiago Jónatas, Alice e João Brandão

Estrutura financiada pela República Portuguesa | Cultura / Direção-Geral das Artes

foto:
Cão Solteiro

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E-mail: geral@egeac.pt

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