Saltar para o conteúdo principal Mapa do Website
  • Arquivo
  • Explorar
  • O Teatro
    • Missão e História
    • Redes de Programação
    • Coproduções
    • Teatro Verde
    • EGEAC
  • pt Idioma em Português
  • en Idioma em Inglês
Hale – Estudo para um Organismo Artificial Aleksandra Osowicz, Filipe Pereira, Helena Martos, Inês Campos e Matthieu Ehrlacher Informações sobre o Evento
16 → 17 Mai 2015
Datas e Horários
sábado e domingo ↣ 19h
Preço
Preço único: 5€
Duração
35 min
Classificação
A classificar pela CCE
Local
Sala Principal com bancada
Informação Adicional

inserido no FIMFA Lx15

Performance

Hale – Estudo para um Organismo Artificial
Aleksandra Osowicz, Filipe Pereira, Helena Martos, Inês Campos e Matthieu Ehrlacher

Folha de Sala

Folha de Sala

“Hale é uma obra de invulgar sensibilidade, um sentido rigoroso do tempo e da estrutura e o uso poético do espaço, um objecto híbrido que utiliza materiais e corpos como um terreno comum para criar coisas vivas e pensamentos em movimento.”

 

Patricia Portela

 

 

Hale é o encontro entre cinco criadores, 23kg de plástico e 1710W de potência de ventiladores. O seu corpo colectivo em transformação constante, que vive e respira, é uma dança onde a coreografia se manifesta em arquitetura plástica. O que à partida é matéria inanimada ganha vida num encontro entre o naturalmente artificial e o artificialmente orgânico. Chamamos-lhe estudo para um organismo artificial.

 

A peça tomou forma a partir do desejo de criar um objeto colectivo ou um corpo comum, que não dependesse só da individualidade dos cinco colaboradores mas principalmente da sua cooperação em grupo. Procurámos construir um corpo que agisse com os nossos corpos e dependente da nossa união, contudo numa dança desprovida de figura humana.

 

Perguntámo-nos: poderíamos estar presentes e simultaneamente ausentes no espaço em que, por si só, a dança acontece? A resposta apareceu nesta matéria e na possibilidade de a fazer viver, animando-a.

 

Hale é isso mesmo, uma performance feita com plástico insuflado por ventoinhas e moldado pelo movimento dos intérpretes, onde a coreografia se torna arquitetura plástica e a dança tem os ritmos de um organismo. Este, que respira e ganha vida, vai-se desdobrando e multiplicando em paisagens que aludem a seres vivos, matérias orgânicas, formas abstratas e desconhecidas, numa constante e surpreendente transformação que vai tomando e dominando o espaço cénico. Pensamos nesta peça como um observatório vivo, onde experienciamos e partilhamos o comportamento deste ser “orgânico” gerado artificialmente: ele cresce, muda de cor, contorce-se, devora, come-se a si próprio, desaparece, metamorfoseia-se e nasce outra vez.

 

Instigados pela ideia de magia e pela sua inexplicabilidade, desejamos formas de envolver e conduzir o espectador numa experiência poética que estimule a sua imaginação. Procuramos uma espetacularidade artesanal: utilizando sacos de plástico e fita-cola criamos objetos monumentais que habitam o espaço, e mesmo sendo revelado o mecanismo da sua construção, não deixam de provocar o encantamento e uma forte relação sensorial e imagética. O espectador vai acompanhando esta construção em tempo real, onde os intérpretes invisíveis e coordenados entre si, vão, técnica e funcionalmente, dando forma ao organismo.

 

Perante a fronteira entre o artificial e o orgânico, o nosso interesse reside ainda na ideia paradoxal de animar um corpo inerte, de dar vida e personalidade a uma matéria produzida industrialmente, observando as suas características e limitações de movimento, potenciando a sua organicidade e propondo novas formas para a imaginação.

16 → 17 Mai 2015
Datas e Horários
sábado e domingo ↣ 19h
Preço
Preço único: 5€
Duração
35 min
Classificação
A classificar pela CCE
Local
Sala Principal com bancada
Informação Adicional

inserido no FIMFA Lx15

Sinopse

Hale é o encontro entre cinco jovens criadores, 23 kg de plástico e 1710 W de potência de ventiladores. O corpo coletivo, em transformação constante, parte da matéria inanimada e ganha vida num encontro entre o naturalmente artificial e o artificialmente orgânico. Hale vive da hibridez entre a dança, a performance e as artes plásticas. O interesse dos seus criadores reside ainda na ideia paradoxal de animar um corpo inerte, de dar vida e personalidade a uma matéria produzida industrialmente, observando as suas características e limitações de movimento, potenciando a sua organicidade e propondo novas formas para a imaginação. Este corpo, que respira e ganha vida, vai-se desdobrando e multiplicando em paisagens que aludem a seres vivos, matérias orgânicas, formas abstratas e desconhecidas, numa constante e surpreendente transformação.

Ficha Artística

criação:
Aleksandra Osowicz, Filipe Pereira, Helena Martos, Inês Campos e Matthieu Ehrlacher

interpretação:
Flora Detraz, Filipe Pereira, Helena Martos, Inês Campos, Joana Leal e Matthieu Ehrlacher

aconselhamento de luz:
Carlos Ramos

sonoplastia:
João Bento

aconselhamento artístico:
Patrícia Portela

residências artísticas:
Espaço Alkantara, O Espaço do Tempo e Forum Dança/Edifício

apoio:
Départs
Hale: estudo para um organismo artificial é um projeto iniciado no contexto do PEPCC/Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica ministrado pelo Forum Dança (Lisboa 2010/12)

fotografia:
Inês Campos

Ver Arquivo
  • Maria Matos
  • EGEAC

Morada e Contactos do Teatro

E-mail: geral@egeac.pt

  • Arquivo
  • Teatro Maria Matos
  • Explorar
  • Mapa do Website
  • Termos e Condições
  • Consulte a declaração de conformidade deste Site no Site da comAcesso, nova janela
© 2026 Maria Matos Teatro Municipal
Made by v-a