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Filipe Felizardo com Margarida Garcia e Riccardo Dillon Wanke Três Sombras Para Um Cego Informações sobre o Evento
26 Fev 2013
Datas e Horários
22h
Preço
12€ / Com desconto 6€
Local
Sala Principal com bancada
Documentos
Folha de Sala
Música

Filipe Felizardo com Margarida Garcia e Riccardo Dillon Wanke
Três Sombras Para Um Cego

26 Fev 2013
Datas e Horários
22h
Preço
12€ / Com desconto 6€
Local
Sala Principal com bancada
Documentos
Folha de Sala

Sinopse

“É música profundamente lírica, mesmo que sem palavras; é música totalmente física e nua (um homem, uma guitarra eléctrica, um amplificador e o espaço entre eles). Quando Filipe constrói frases mais abertamente blues, é para as estilhaçar de seguida.”

Público

No trabalho musical de Filipe Felizardo, tanto em disco como ao vivo, tem-se sentido um ato contínuo de busca, como se houvesse uma interrogação autoimposta a que interessa urgentemente responder. Esta perscrutação, trazida pela sua prática nas artes visuais, integra uma metodologia sonora hiperorganizada, deixando-nos crer que qualquer hipótese é sempre verificada e aceite além de qualquer dúvida.

Durante muito tempo, e tal como exposto nas obras Övöo e lII=207.8°, bII=−56.3°, Felizardo perseguiu implacavelmente o drone nas guitarras elétricas, fascinando-o toda a sua tensão (e emoção) manipulável. Esse conhecimento cada vez maior do drone e do sustain ― que sempre ouvira na génese dos blues ou na música de John Fahey e Max Ochs ― leva-o a perceber que também o riff pode abarcar semelhantes qualidades. Felizardo conclui que tudo deriva de um só ponto, numa espécie de genealogia abrangente da guitarra, seja a tormenta pacífica do drone ou a transparência classicista das suas composições na obra mais recente Guitar soli for the Moa and the Frog ― de 2012, a sua primeira edição oficial, e sobre a qual a revista The Wire escreveu que “afastando-se dos efeitos, a ligação de Felizardo aos blues torna-se clara”.

Para esta nova peça, em estreia e em resposta a um desafio do Teatro Maria Matos, Filipe Felizardo aperfeiçoa a sua metodologia inquisitiva partilhando-a com Margarida Garcia e Riccardo Dillon Wanke. Juntos propõem-se jogar entre tempo, textura e volume, enquanto colhem semelhanças e incongruências com os timbres dos seus instrumentos.

Ficha Artística

guitarra elétrica
Filipe Felizardo

contrabaixo elétrico
Margarida Garcia

sintetizador
Riccardo Dillon Wanke

design de som
Cristiano Nunes

design de luz
Bruno Moreira

fotografia
Sara Rafael

 

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