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A Caminhada dos Elefantes Inês Barahona & Miguel Fragata Informações sobre o Evento
25 → 26 Jan 2014
Datas e Horários
sábado: 16h30 / domingo: 11h e 16h30
Preço
criança: 3€ / adulto: 7€
Duração
50 min
Local
Palco da Sala Principal
Crianças & Jovens · Famílias coprodução mm / 8 aos 12 anos

A Caminhada dos Elefantes
Inês Barahona & Miguel Fragata

Bios

Bios

MIGUEL FRAGATA
Nasceu no Porto, em 1983. Estudou no Colégio Alemão do Porto. Completou o Bacharelato em Teatro (opção Interpretação) na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, em 2005, e licenciou-se em Teatro (ramo Actores e Encenadores) na Escola Superior de Teatro e Cinema, em 2007. Criou e interpretou os espectáculos “Casa Macário”, ”Conserveira de Lisboa”, ”Hospital de Bonecas” e “Franco Gravador”, integrados no projecto “Teatro das Compras” (edições I, II, III, IV e V), no âmbito das Festas de Lisboa, com direcção geral de Giacomo Scalisi. Em 2013, fez assistência à direcção artística do projeto. Fez assistência de encenação a Bruno Bravo, Diogo Dória, Claudio Hochmann e Madalena Victorino. Trabalha regularmente como actor nos espectáculos da companhia de teatro Mala Voadora, sob a direção de Jorge Andrade. Desenvolveu também trabalho regular como intérprete e co-criador nos espectáculos de teatro e dança de Madalena Victorino. Trabalhou como intérprete em espectáculos de Cristina Carvalhal, Catarina Requeijo, Rafaela Santos, Pompeu José, José Rui Martins, José Carretas, Gabriel Villela, entre outros. Em cinema trabalhou com Pedro Palma e Maria Pinto. Interpretou e co-criou vários espectáculos para a infância dos quais destaca: “Sous la Table” de Agnès Desfosses pela Compagnie Acta (Paris), “A Estrada Esfomeada” de Vera Alvelos, ”Amarelo” de Catarina Requeijo, “Onde Bate o Coração da Terra?” e “Ovelhas Clandestinas” de Madalena Victorino e “A Verdadeira História do Teatro” de Inês Barahona. Desenvolve regularmente projectos de relação entre as artes e a educação, nomeadamente através da criação de oficinas artísticas, visitas encenadas e encenação de histórias e pequenos espectáculos para crianças para a Artemrede, Casa das Histórias – Museu Paula Rego, Centro Cultural de Belém, Festival Todos – Caminhada de Culturas, Fundação Calouste Gulbenkian, Padrão dos Descobrimentos – EGEAC, Rede TEIAS, Teatro Maria Matos e Teatro Viriato. Colabora também regularmente com a editora Orfeu Negro, através da realização de leituras encenadas.

INÊS BARAHONA
Nasceu em Lisboa, em 1977. É licenciada em Filosofia e Mestre em Estética e Filosofia da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Sob a direcção de Madalena Victorino, ingressou no Centro de Pedagogia e Animação, do Centro Cultural de Belém, onde, entre 2005 e 2008, desenvolveu projectos de relação entre as artes e a educação vocacionados para diferentes tipos de público: escolar, familiar e especializado na área da educação. Desenvolveu, em 2008, com Madalena Victorino e Rita Batista, para a Direcção Geral das Artes, Programa Território Artes, “O Livro Escuro e Claro”, cuja distribuição no terreno tem acompanhado, na componente de formação de equipas e de professores. Colaborou em 2008 na concepção da exposição “Uma Carta Coreográfica” da autoria de Madalena Victorino, para a Direcção Geral das Artes. Integrou a equipa de trabalho de Giacomo Scalisi, nas vertentes Produção e Relação com a Comunidade, para a inauguração do Teatro Municipal de Portimão (TEMPO), entre Outubro e Dezembro de 2008. Tem trabalhado em diversas áreas criativas, nomeadamente na escrita e na dramaturgia, com Madalena Victorino (“Caruma” e “Vale”), Giacomo Scalisi (“Teatro das Compras”), Teatro Regional da Serra de Montemuro (“Sem Sentido”) e com Catarina Requeijo (assistência de encenação ao espectáculo “Amarelo”, dramaturgia de “A Grande Corrida”). Encenou, em Abril de 2012, o espectáculo “A Verdadeira História do Teatro”, para a programação do Projecto Educativo do Teatro Maria Matos em Lisboa. Encenou, em Fevereiro de 2013, o espectáculo “A Verdadeira História da Ciência”, para a programação da exposição “360º – Ciência Descoberta”, na Fundação Calouste Gulbenkian. Tem contribuído com o desenho de oficinas para a programação da Artemrede – Teatros Associados e Teatro Maria Matos. Tem realizado cursos na área da escrita criativa, no Sou – Movimento e Arte, na Learn2Grow e na Fundação Calouste Gulbenkian (“Pequeno Grande C”).

MARIA JOÃO CASTELO
Nasceu em 1978. Conclui o curso de Realização Plástica do Espectáculo na ESTC. Participou na iniciativa da UNESCO: PrumAct International Workshops of Drama Schools – Busteni/Roménia e no Échange Multilateral de Jeunes Européens : Atelier Théâtre, realizado na Maison Jacques Copeau – Pernand Vergelesses/França. Fez workshops de marionetas orientados por José Ramalho, Catarina Pé Curto e Luís Amarelo. Passou por companhias como o Teatro do Montemuro, o Teatro Meridional e Comédias do Minho, onde fez cenografia e figurinos em parceria com Ana Limpinho, pelo Teatro Praga e Teatrão. Trabalhou com Natália Luiza, Luís Gaspar, José Oliveira Barata, Sónia Aragão, Graeme Pulleyn, Abel Neves, Cristina Carvalhal, Leonor Barata, Peter Cann, Thérèse Collins, Miguel Seabra, Madalena Victorino, Steve Johnstone, Frances Land, Nuno Pino Custódio, Gonçalo Amorim, João Pedro Vaz, Agnès Desfosses, Isabelle Kessler , Therese Angebault, Alfredo Brissos, Joana Furtado, Naomi Cooke, Maria João Miguel, Catarina Requeijo, Miguel Sopas e Inês Barahona.

JOSÉ ÁLVARO CORREIA
Nasceu em Lisboa, em 1976. Iniciou o seu percurso teatral em 1993 no projecto “4º Período o do Prazer”, orientado por António Fonseca. Concluiu o Bacharelato em luz e som na ESMAE em 1999, e a Licenciatura em Design de luz em 2007. Em 1998 recebeu uma bolsa de mérito do Instituto Politécnico do Porto. Estagiou durante três meses no Teatro Nacional de Bergen (Noruega) e durante nove meses de 2001 no Núcleo de Criação Teatral do Porto Capital da Cultura. Desde então tem desenvolvido a sua actividade como desenhador de luz. Já realizou desenhos de luz para espectáculos encenados por diversos encenadores e coreógrafos portugueses e estrangeiros. Efectuou desenhos de luz para Exposições (10 anos Refer, estação do Rossio), Concertos (Jazz em Agosto da F. C. Gulbenkian, Real Combo Lisbonense), Eventos (Moda Lisboa), Exteriores (Projecto Jardim de Santos), Óperas (La Douce de Emmanuel Nunes, Casa da Música) e curtas-metragens (“Preto e Branca” realizado por Saguenail). Desde 2000 que dá workshops e acções de formação na área de iluminação para espectáculos e colabora com a ESMAE e a escola profissional Balleteatro. É autor do “Manual Técnico de Iluminação para Espectáculos”.

FERNANDO MOTA
Compositor, multi-instrumentista, artista sonoro e aprendiz de inventor de instrumentos musicais experimentais. Tem criado diversos espectáculos e performances musicais e visuais, tais como “Motofonia” e “Nana Nana” (ambos sob encomenda do CCB – Fábrica das Artes), tendo participado com estes em diversos festivais e programações. Há cerca de 20 anos que compõe música para teatro, tendo colaborado com diversos encenadores e companhias, das quais destaca o Teatro Meridional, John Mowat e Companhia do Chapitô e Cie Dos à Deux. “Para Além do Tejo” do Teatro Meridional, para o qual compôs e interpretou ao vivo a música original, recebeu o Prémio Nacional da Crítica 2004 (Associação Portuguesa de Críticos de Teatro) e “Saudade – Terres D’eau” da Cie. Dos à Deux, com banda sonora original sua, recebeu o Prémio de Melhor Espectáculo no Festival de Avignon 2005 (ADAMI – Prémio do Público).
Pela música original e espaço sonoro de “Por Detrás dos Montes” do Teatro Meridional, recebeu uma Menção Honrosa (Prémio Nacional da Crítica 2006, promovido pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro), o Prémio de Melhor Música Original dos Prémios de Teatro 2007 do Guia dos Teatros e foi nomeado para o Europe Prize New Theatrical Realities XI, promovido em 2008 pela Comissão Europeia com o alto patrocínio do Parlamento Europeu.
Em 2007 recebeu o Prémio Melhor Obra Portuguesa no 8º Concurso Internacional de Composição Eletroacústica (Festival Música Viva). No cinema de animação tem colaborado com diversos realizadores e produtoras, dos quais salienta a RTP2, Zeppelin Filmes e José Miguel Ribeiro (Sardinha em Lata). Na área da formação, colaborou com diversas entidades como a ESAD (Escola Superior de Artes e Design), ESTAL (Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa), Centro Infantil Helen Keller e CCB, entre outros.

Folha de Sala

Folha de Sala

Olá!

Se acabaste de ver o espetáculo A Caminhada dos Elefantes, temos duas ideias para te propor:

  • Uma é com malas. Quando viajamos levamos malas, quando temos uma avaria usamos malas de ferramentas. Quando perdemos alguém também podemos precisar de uma mala… Sabes porquê?
  • A outra proposta tem que ver com a ideia de que a vida pode ser como uma caminhada entre dois pontos, o nascimento e a morte, e com estações muito interessantes pelo meio.

(anexos)

 

 

 

 

Fizemos algumas perguntas sobre o espetáculo aos seus autores, Inês Barahona e Miguel Fragata. Entre outras coisas, descobrimos que “os elefantes cheiram a cinzas e patchouli”.

 

Já estiveram em África?

Nunca estivemos em África, mas ouvimos falar de uma história que nos intrigou bastante: era uma notícia de jornal, que dava conta de uma manada de elefantes que tinha ido visitar um amigo, um homem que os tinha salvo de serem abatidos uns anos antes. Ele dedicou a vida a proteger animais selvagens e, no momento em que morreu, os elefantes fizeram-lhe uma visita. Uma despedida. Ninguém sabia explicar como é que os elefantes tinham pressentido a morte deste homem, que se chamava Lawrence Anthony.

 

Viram manadas de elefantes?

Ao vivo, nunca. Mas vimos muitas imagens, filmes, fotografias e pedimos a algumas pessoas que tinham visto manadas de elefantes para nos descreverem exactamente como eram. Até nos disseram a que cheiram.

 

Acham que os elefantes compreendem o que nós dizemos?

O que nos chamou a atenção foi que estávamos a pensar na questão da morte e de como falar sobre ela, e de repente esta história era sobre isso, porque mostrava como às vezes compreendemos as coisas mesmo sem palavras. Mesmo sem falar sobre elas. Não sabemos como é que os elefantes perceberam que o Lawrence tinha morrido, mas sabemos que alguma coisa eles perceberam. Também sabemos que eles ficaram tristes durante algum tempo. Ficaram a rondar a casa do Lawrence durante dois dias sem comer nem beber nada. E finalmente sabemos que eles perceberam quando estava na altura de retomar a sua vida e regressar à selva.

Em vez de fugirmos de um assunto que é difícil, às vezes enfrentá-lo, pensar sobre ele, compreendê-lo, ajuda-nos a aprender o que fazer. E nós, como os elefantes, sentimos perdas, mesmo que ninguém nos fale sobre isso, sentimo-nos tristes e depois somos capazes de recuperar.

 

Porque é que escolheram o tema da perda de alguém de quem gostamos para fazer um espetáculo?

Escolhemos este tema da perda porque sentimos que era preciso abrir espaço para falar sobre coisas difíceis, como a morte. É uma coisa que faz parte da vida de todas as pessoas e é algo que, em algum momento, todos nós vamos ter que enfrentar. Só depois de resolvermos as questões que temos, as perguntas, as dúvidas, os medos, é que podemos viver melhor. Quisemos falar sobre um tema triste, para podermos viver mais intensamente a felicidade. Se a morte e a tristeza não existissem, provavelmente também não existiria a felicidade nem a alegria.

 

Já perderam alguém próximo de vocês? Quem?

Sim, já perdemos avós. Dois tios. Um padrinho. Um primo pequenino. Também perdemos tartarugas e passarinhos.

 

Depois o que é que fizeram?

Chorámos, ficámos tristes, participámos em rituais de despedida, lembrámo-nos muito da pessoa que perdemos. Conversámos com os nossos amigos sobre isso. Revimos fotografias. Rimo-nos das situações cómicas que vivemos com essas pessoas. Fomos ficando cada vez menos tristes com a perda dessas pessoas e cada vez mais felizes com o facto de as termos conhecido e de termos vivido perto delas.

 

P.S.: Os elefantes cheiram a cinzas e patchouli.

25 → 26 Jan 2014
Datas e Horários
sábado: 16h30 / domingo: 11h e 16h30
Preço
criança: 3€ / adulto: 7€
Duração
50 min
Local
Palco da Sala Principal

Sinopse

A Caminhada dos Elefantes conta a história de um homem singular que dedicou a vida à salvação de elefantes. Quando ele morre, os animais vêm inexplicavelmente a sua casa prestar-lhe uma última homenagem: não era um homem qualquer, era um deles. Neste espetáculo, reflete-se sobre a existência, a vida e a morte, aceitando as perguntas e os pensamentos das crianças e oferecendo-lhes uma série de possibilidades de caminho.

(C) Susana Paiva

Ficha Artística

conceção, dramaturgia e encenação:
Inês Barahona e Miguel Fragata

interpretação:
Miguel Fragata

cenografia e figurinos:
Maria João Castelo

música:
Fernando Mota

luz:
José Álvaro Correia

gestão de projeto:
Meninos Exemplares

produção executiva:
Sara Morais

apoio à dramaturgia na vertente da Psicologia Infantil:
Madalena Paiva Gomes

apoio à dramaturgia na vertente da Pedagogia:
Elvira Leite

consultoria artística:
Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo e Isabel Minhós Martins

coprodução:
Artemrede Associados, Centro Cultural Vila Flor, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Viriato

projeto financiado por:
DGArtes/Presidência do Conselho de Ministros/Secretaria de Estado da Cultura

vídeo:
Maia Remédio

imagem:
UVA Design

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E-mail: geral@egeac.pt

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