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EXI(s)T(s) Mariana Tengner Barros Informações sobre o Evento
23 → 29 Mar 2018
Datas e Horários
23 a 29 março (exceto 26)
sexta a quinta → 21h30
domingo → 18h30
(lotação reduzida)
Preço
6€ a 12€
Menores de 18 anos: 3€
Menores de 30 anos: 5€
Classificação
M/14
Local
Tóbis
Informação Adicional

Tóbis
Praça Bernardino Machado Estúdio 1, Lumiar

Bilheteira local (Tóbis): abre uma hora antes do início do espetáculo. Pagamento por multibanco não disponível.

Metro: Quinta das Conchas (saída Alameda das Linhas Torres | Hospital Pulido Valente).

Informamos que neste espetáculo há luz estroboscópica (strobe).

Acesso condicionado a pessoas com mobilidade reduzida.

Dança

EXI(s)T(s)
Mariana Tengner Barros

Biografias

Biografias

 

MARIANA TENGNER BARROS
Coreógrafa e performer, tem a sua base em Almada/Cacilhas. O seu trabalho tem sido apresentado em diversos países na Europa e América do Sul. Criou e apresentou And So?…The End ( 2010), Aprés Le Bain (2011) The Trap (2011 vencedor do Prémio do Público Jardin D’Europe- Austria), Peça do Coração: For Him (2012), A Power Ballad (2013) e RESURRECTION (2017), co-criação com o coreógrafo Mark Tompkins, e THE WEATHER™ (2016). Em 2013 inicia uma colaboração com o músico Jonny Kadaver criando performances de diferentes formatos, com música ao vivo. A sua colaboração mais recente: Instructions for the gods- i4gods estreou no âmbito da BoCA- Bienal de Artes Performativas no Museu do Chiado, uma performance de 5 horas sem intervalo. Colaboram regularmente com o Ballet Contemporâneo do Norte tendo criado a peça de grupo End of Transmission (2014), o solo MACHA (2015) e a peça infantil O NOME DA HISTÓRIA (2014). Também criaram Dance Against The Machine e Riders on the stage (2014/15) para a companhia Londrina Edge-The Place, trabalhos com base na improvisação e criados num curto espaço de tempo, sendo apresentados no Parque da Devesa, Casa das Artes, Famalicão.
Integrou ainda o projecto Solo Performance Commissioning Project (SPCP) em 2009, dirigida pela coreógrafa Deborah Hay (Findhorn, Escócia), tendo estreado a sua adaptação da coreografia no âmbito de Nome Eira#3, em Lisboa (2011). Colaborou com vários artistas em diferentes projectos, salientando: Agnieszka Dmochowska/ Fat Sun, Said Dakash & The Resistance Movement, Pedro Bandeira, António Mv, Nuno Miguel, Rogério Nuno Costa, Vânia Rovisco, Nuno Ferreira, Filipe Lopes, João Costa Espinho, João Ferro Martins, João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, Abraham Hurtado, Acerina Amador, Mark Tompkins, Davis Freeman e Meg Stuart. Como interprete destaca o trabalho com os criadores Filip van Huffell, Rui Horta, Né Barros, Francisco Camacho, Jeróme Bel, Carlota Lagido, Tiago Cadete, Rafael Alvarez, John Romão, Rogério Nuno Costa, Dinis Machado e Meg Stuart. Licenciada em dança pela Northern School of Contemporary Dance-NSCD (Inglaterra 2003). Estagiou no Ballet Theatre Munich, sob a direcção artística de Philip Taylor (Alemanha 2004). Completou o Programa de Estudo e Criação Coreográfica-PEPCC (Portugal 2009). Entre 2004 e 2005 foi artista associada da Northern School of Contemporary Dance-NSCD, onde coreografou Best Imitation of Myself para a companhia VERVE05 e co-fundou o colectivo artístico The Resistance Movement com Said Dakash, em Leeds/Inglaterra. Desde 2013 é artista associada à EIRA, tendo sido artista residente desde  entre 2010 e 2012. É directora artística da associação cultural A BELA.

 

ELIZABETE FRANCISCA
Licenciada em Design Industrial (ESAD-CR), estudou dança no Fórum Dança (PEPCC) e na Escola Superior de Dança de Lisboa. Desde 2009, o seu trabalho tem-se centrado na interpretação e na criação na área das artes performativas, tendo participado em vários projectos como colaboradora artística, bailarina, performer e actriz. Como intérprete destaca o trabalho com Vera Mantero, Loic Touzé, Tânia Carvalho, Ana Borralho & João Galante, Rita Natálio e Mariana Tengner Barros. Criou dois duetos com Teresa Silva, ambos vencedores do concurso Jovens Criadores 2010/2011. Em 2013 cria o solo Tsunamismo, recital para duas cordas em M, com estreia na Culturgest, Lisboa. Organizou e coordenou a edição de Lisboa do projecto À volta da mesa: para um imaginário do gesto, a partir de uma proposta de Loic Touzé e Anne Kerzerho. Fez a sua primeira ingressão no cinema na longa metragem A cidade onde envelheço de Marília Rocha, ganhando o prémio de melhor actriz no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Foi artista associada da Materiais Diversos, entre 2011-2013. Actualmente é apoiada pelo O Rumo do Fumo.

 

DIANA BASTOS NIEPCE
Nasceu em Aveiro,1985. Bailarina, coreografa e escritora, formou-se na Escola Superior de Dança em 2009. Fez Erasmus na Teak (Helsinquia).  Complementou os estudos com uma formação do Forum Dança, Curso de gestão de artes do espetáculo e com a Pós-graduação de Arte e Comunicação na Universidade Nova de Lisboa.
Coreografou as peças Lopussa on Vain com o Grupo experimental das Caldas da Rainha, CroopCHORDS, Le naissance de l’organisme, Amor após Amor, Adois, Forgotten Fog com a companhia Armazém 13, Morfme com a companhia Plural, Isto não é o meu corpo com a companhia Plural.
Trabalhou no Bail-Moderne com a Companhia Rosas, Felix Ruckert, Willi Dorner, António Tagliarini, Daria Deflorian, La fura del baus, May Joseph, Sofia Varino, Miira Sippola, Jérome Bel, Companhia CIM com a Ana Rita Barata e Pedro Sena Nunes.
Publicou no livro Anne Teresa de Keersmaeker, ed. Egeac / INCM e escreveu o conto Bayadére, ed. CNB.

 

CLAÚDIO VIEIRA
Cláudio praticou ginástica rítmica durante a sua juventude, e sempre demonstrou uma aptidão para as artes performativas. Autodidacta, começa a fazer as suas performances em contextos burlescos e queer da noite lisboeta, participando em diversas edições do festival internacional ADD-WOOD organizado pelo Purex Clube em Lisboa. Em 2012 integra o elenco do espectáculo Peça do Coração: For Him de Mariana Tengner Barros que estreou no Festival Temps D’Image e colabora frequentemente com Mariana em performances de pequenos formatos. Integra o elenco da peça A Tecedura do Caos da coreógrafa Tânia Carvalho, que se encontra em tournée a nível nacional e internacional desde 2014.

 

SADE RISKU
Bailarina e coreógrafa finlandesa. Completou mestrado em Dança pela London Contemporary Dance School (2014/15). Participou num programa de intercâmbio em Copenhaga, na The Danish School of Performing Arts (2013). Integrou a companhia profissional EDge da LCDS (2015) realizando uma extensa tournée internacional com as peças de Itamar Serrussi, Siobhan Davies e Robert Clark. No âmbito do programa do EDge e o projecto famalicense Crescer Além da Dança, foi interprete da peça Riders on the stage de Mariana Tengner Barros. Inicia uma colaboração com A Bela Associação, mudando-se para Portugal desde 2015. Integra o elenco de The Weather (2016) de Mariana Tengner Barros e colabora com o coreógrafo britânico Wayne Parsons em Londres. É bailarina no Ballet Contemporâneo do Norte e coreografou a peça Incoherent Conversation no âmbito Outros Formatos (2016). Na Finlândia organiza o Festival Tervis Fest e dirige workshops na escola Sibelius-lukio e na companhia de teatro TaparaTe

 

BDJOY (Jorge Gomes)
Músico, bailarino e actor. As suas influências vão de Cabo Verde (de onde descende) à Jamaica, do Hip-Hop ao Reggae, sendo essenciais para o seu trajecto enquanto músico. Em 1996 começou o seu percurso musical em Almada através do improviso “Freestyle” no hip-hop e do grupo Batoto Yetu onde se iniciou como bailarino e mais tarde como percussionista, desenvolvendo técnicas no djambé e nas congas, ao lado de mestres de precursão como Gueladjo Sane. Em 1998 inicia-se na representação e integra o elenco do filme Zona J de Leonel Vieira, filme premiado com dois Globos de Ouro, e forma o grupo “Seringuetti Drummers”, que introduz o afrobeat live na noite lisboeta. Em 2007 integra o projecto Makongo percorrendo palcos nacionais e internacionais. Participa nos álbuns de Sanryse e Sagaz, trabalhou ainda com os músicos Agir e Daniel Nascimento. Em 2014 lançou o seu álbum a solo Rec.onhecimento. Em 2015 forma “Bdjoy & The Zimbora Band” projecto de world music com músicos e bailarinos.

 

JONNY KADAVER
Músico e Compositor. Compõe o seu primeiro original e toca ao vivo pela primeira vez aos 12 anos, tendo desde então construído uma carreira na música alternativa, abrangendo desde o metal ao punk, do hip-hop ao techno. Entre 1997 e 2000 trabalhou como assistente e produtor no estúdio de som Margem Sul, em Almada. Entre 2002 e 2008 viveu em Londres, onde desenvolveu alguns dos seus projectos e colaborou com músicos e produtores da cena internacional. Das suas bandas destaca Act of Anger, Hattemachin*,Techno Widow, Them Strange Sick Blues e JK666. Desde 2013 colabora com Mariana Tengner Barros a fazer a sonoplastia e a compor para dança e performance. Membro fundador da editora/colectivo musical Wonky Donkey Sound, na qual faz actualmente parte dos projectos: Kundalini XS, ATAC, Bdjoy & The Zimbora Band, Mojo Power, entre outras participações como produtor e músico dentro da editora.

 

PEDRO SANTANA (Zoid Factory)
Artista multimédia, mÚsico e designer sénior transdisciplinar. Tocou em bandas como HatteMachin* Deadboy ou Alibi. Estudou Design e comunicação multimédia na ETIC – Escola Técnica de imagem e comunicação onde poucos anos depois começou a leccionar nas àreas de Design, Vídeo e Multimédia. Assinou o projecto de visuais de Kemikafields, um projecto de música electrónica ambiental e experimental. Utiliza uma V Drum bateria digital, criando intersecção entre as áreas áudio e vídeo em ambiente digital e permitindo-lhe assim fazer do seu instrumento áudio um interface de vídeo em modo AV Set. Nos últimos 4 anos viveu em Londres onde trabalha em design gráfico, web design, motion design, video mapping e VJing, explorando também as áreas interactivas e o desenvolvimento de APP’s com a empresa AIMIA (Canadá) na fundação Lead Designer e Director Criativo. Responsável pela direcção criativa da aplicação Néctar com mais de 19 milhões de utilizadores.

 

ROMANA MUSSAGY
Designer de moda nascida em Lisboa, de descendência moçambicana. Estudou na Escola de Moda de Lisboa (Magestil 2003). Vasta experiência em figurinos para peças de teatro. Foi assistente de guarda-roupa nas tournées de Rihanna e Beyonce em Lisboa. Em 2009 funda a sua própria marca de roupa ROYAL SKUARE que destaca a capulana ou o pano africano e os funde com tecidos urbanos. O conceito da marca é personalizar o estilo de cada pessoa como ser individual que é, criando peças exclusivas para cada cliente através dos diferentes padrões africanos. A ROYAL SKUARE já vestiu inúmeros artistas nacionais e internacionais e tem participado na London Fashion Week.

 

NUNO PATINHO
Desenhador e técnico de luz, fotógrafo e videasta. Recentemente tem assinado os desenhos de luz para a Cooperativa Bonifrates de Coimbra, D.E.M.O. de Guimarães e para o projecto RUÍNAS de Montemor-o-Novo e para as criações dos coreógrafos/performers Carlota Lagido, David Marques, Francisco Camacho,  Mariana Tengner Barros, Miguel Bonneville, e Rafael Alvarez. Colabora com os festivais CITEMOR, de Montemor-o-Velho, e Cumplicidades, em Lisboa, organizado pela EIRA. Vive em Condeixa-a-Nova.

 

DANIELA RIBEIRO
Licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto e curso de realização na Restart – Instituto de Criatividade, Artes e Novas Tecnologias. Desde 2008, é responsável pela comunicação e coordenação de produção da programação apresentada pela Galeria Zé dos Bois (ZDB), assim como pela curadoria das edições do Cinema no Terraço, uma série de ciclos apresentados no Verão dedicados a documentários sobre música. No seu trabalho na ZDB teve a oportunidade de colaborar com diversos artistas, de diversas áreas artísticas – música, artes visuais, artes performativas e cinema. Em 2016, foi coordenadora da primeira edição do Rama em Flor, um festival transdisciplinar feminista e queer que procurou criar um espaço de encontro e debate. A sua primeira edição incluiu concertos, conversas, um ciclo de cinema, uma exposição, uma fanzine e workshops.

23 → 29 Mar 2018
Datas e Horários
23 a 29 março (exceto 26)
sexta a quinta → 21h30
domingo → 18h30
(lotação reduzida)
Preço
6€ a 12€
Menores de 18 anos: 3€
Menores de 30 anos: 5€
Classificação
M/14
Local
Tóbis
Informação Adicional

Tóbis
Praça Bernardino Machado Estúdio 1, Lumiar

Bilheteira local (Tóbis): abre uma hora antes do início do espetáculo. Pagamento por multibanco não disponível.

Metro: Quinta das Conchas (saída Alameda das Linhas Torres | Hospital Pulido Valente).

Informamos que neste espetáculo há luz estroboscópica (strobe).

Acesso condicionado a pessoas com mobilidade reduzida.

Sinopse

EXI(s)T(S)  procura desenvolver a relação entre ficção e realidade, através do jogo sensorial, e tem como premissa principal a ideia de buraco negro, o que este pode convocar ao nível do nosso imaginário coletivo, e da perceção do ser humano.

Esta performance foi concebida para transgredir o formato convencional da relação do espectador com a obra apresentada. Em vez do tradicional posicionamento do público na plateia, no escuro, a observar algo iluminado no palco, convidamos o espectador a transformar o seu papel nesta equação. Pelo desafio de exploração do espaço, da forma de ver, possibilita-se o jogo entre diferentes perspetivas sobre os  materiais apresentados. Serão explorados os níveis de experiência que o público possa ter nesse encontro em que deixa de existir “palco”, onde estamos todos no mesmo plano, derradeiro lugar de transição, tópica entre mundos. Neste projeto incluímos também a procura de lugares não convencionais de apresentação (armazéns, oficinas industriais) com o objetivo de questionar a própria arquitetura convencional do espetáculo e do uso de ferramentas multimédia. O espaço é dilatado de forma a que se possam seguir organicamente os materiais do itinerário dança-luxo, e nos permita deambular pela sedução dos elementos, em dança de luzes/vídeos/figuras/entidades. Em vez de espectadores pensemos em exploradores, testemunhas e viajantes cósmicos. Queremos que este explorador deixe os seus pertences, posses, extras, no cais ou no bengaleiro, e entre para o espaço solto das ligações ao quotidiano. Através do recurso a vários elementos performáticos, recriam-se universos multissensoriais para transformar a experiência, e abrir  múltiplas portas de perceção no abismo do desconhecido.  Este é o espaço da descoberta, lugar improvável sem divisado física entre público e performers, território onde itinerários individuais são experimentadas por corpos psicadélicos que fluem em narrativas não-lineares sobre o universo, o infinito e os mundos. Fragmentos de histórias, retalhos de ficção. O que faz o real ser diferente do ficcionado? As estruturas de poder vigente. E todas as histórias que não ficaram na História, estão algures, nesse lugar onde Giordano Bruno pode dançar ao lado de Joana D’Arc.

EXI(s)T(s) nasce da colaboração entre artistas de diversos contextos: dança, música eletrónica, percussão africana e artes visuais. Este trabalho visa dar continuidade à pesquisa artística desenvolvida pela Bela Associação nos últimos anos, em especial no trabalho dirigido pela coreografa Mariana Tengner Barros. Esta pesquisa tem o objetivo de explorar formatos de espetáculo que reformulem a qualidade da atenção do espectador, ao criar linhas dramatúrgicas onde apresenta, em simultâneo, a multiplicidade de informação do conceito de obra.

Aqui a dança é consciência, relação que transcende os corpos e que se edifica entre todos os elementos envolvidos.

 

Sinopse

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Material Gráfico Cartaz Mariana Tengner Barros 07 Mar 2018
Vídeo Madunna entrevista Mariana por Elagabal Aurelius Keiser 16 Mar 2018

Ficha Artística

cocriação e interpretação
Bdjoy, Cláudio Vieira, Diana Bastos Niepce , Elizabete Francisca, Mariana Tengner Barros e Sade Risku

participação especial
Flávio Varela e Mónica Rocha

música e sonoplastia
Jonny Kadaver em colaboração com Bdjoy e Zoid Factory

artista multimédia
Zoid Factory

apoio dramatúrgico
Nuno Miguel

direção técnica e desenho de luz:
Nuno Patinho

figurinos
Romana Mussagy

produção executiva
Daniela Ribeiro

coprodução
A Bela Associação e Maria Matos Teatro Municipal

acolhimento
ICA (Lisboa), GNRation (Braga) e Cine – Teatro Avenida (Castelo Branco)

apoio à criação
Aveiro Arts House, BelaLab.

apoio consultoria de imagem
Ana Sousa / Manobras d’Arte

apoio
Partyland Almada


fotografia
Cátia Barbosa

agradecimentos
DuplaCena e Ricardo Barbeito

Com o apoio financeiro do Ministério da Cultura|República Portuguesa/Direção-Geral das Artes

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E-mail: geral@egeac.pt

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