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A Tundra Luís Guerra Informações sobre o Evento
07 Fev 2017
Datas e Horários
Terça → 21h30
Preço
6€ a 12€
Duração
60 min
Classificação
M/6
Local
Sala Principal
Dança

A Tundra
Luís Guerra

Biografia

Biografia

Luís Guerra é um artista português que se expressa principalmente através da dança e do desenho. Estudou dança desde muito novo e completou a sua formação artística e académica no Conservatório Nacional. Em relação ao seu imaginário criativo pessoal, estudou coreografia num curso organizado  pela Fundação Calouste Gulbenkian e começou a assinar os seus próprios trabalhos para palco desde 2005. Simultaneamente sempre trabalhou regularmente como bailarino, ator e performer para muitos outros diretores, tendo mantido até hoje em dia uma  participação frequente nas peças de Tânia Carvalho. Para lá do mundo da performance em geral, Luís também produz desenhos que reportam claramente para o seu interesse de longa data no urbanismo, geografia e artes decorativas. Para mais informações: www.guerraluis.wordpress.com

Folha de Sala

Folha de Sala

A tundra é um dos biomas mais ventosos, secos e frios deste planeta. A severidade deste ecossistema convida, muitas vezes, a que abrandemos para nos entregarmos à contemplação. Um local privilegiado para observarmos silêncio interno, para abrandarmos o fluxo da mente.

Nas zonas de tundra as árvores já não conseguem existir e a vegetação é quase sempre rasteira, composta por líquens, musgo, arbustos anões, entre outros. Existem diversas espécies de animais que habitam essas regiões, como por exemplo o boi-almiscarado, a coruja-das-neves, os lemingues, as morsas e os pinguins. A época de florescimento é muito mais reduzida do que em outros biomas e as baixas temperaturas são constantes e prolongadas. A presença humana directa é relativamente reduzida mas existente. A tundra pode ser sub-categorizada em três tipos distintos: a Tundra Árctica, a norte; a Tundra Antárctica, a sul; e a Tundra Alpina, no topo de certas montanhas e cordilheiras.

Este espectáculo é uma homenagem a estes locais. Através de uma coreografia desenhada e não narrativa, é-vos oferecida uma metáfora da magia que as regiões de tundra podem conter e exercer. Convido-vos a assistirem ao espectáculo, se possível, sem demasiadas ideias pré-concebidas e num estado de consciência onde o pensamento racional consiga estar tranquilo – onde as vozes internas sejam anestesiadas temporariamente. Seria incrível se, na verdade, esta noite e em conjunto, conseguíssemos aceder a algo que estivesse para lá do visível, para lá do conhecido. Aceder a espaços mais improváveis do nosso inconsciente colectivo.

                                                                                              Luís Guerra

07 Fev 2017
Datas e Horários
Terça → 21h30
Preço
6€ a 12€
Duração
60 min
Classificação
M/6
Local
Sala Principal

Sinopse

A Rede 5 Sentidos, que reúne onze teatros de todo o país, convidou o coreógrafo e intérprete Luís Guerra a criar uma nova coreografia que circulasse pelos teatros da rede. O resultado desta coprodução à escala nacional é a peça A tundra.
A tundra é um dos biomas mais ventosos, secos e frios deste planeta. A severidade deste ecossistema convida, muitas vezes, a que abrandemos para nos entregarmos à contemplação. Um local privilegiado para observarmos silêncio interno, para abrandarmos o fluxo da mente. Este espetáculo é uma homenagem a estes locais. Através de uma coreografia desenhada e não-narrativa, é-vos oferecida uma metáfora da magia que as regiões de tundra podem conter e exercer. Convido-vos a assistirem ao espetáculo, se possível, sem demasiadas ideias pré-concebidas e num estado de consciência onde o pensamento racional consiga estar tranquilo ― onde as vozes internas sejam anestesiadas temporariamente. Seria incrível se, na verdade, nesta noite e em conjunto, conseguíssemos aceder a algo que estivesse para lá do visível, para lá do conhecido. Aceder a espaços mais improváveis do nosso inconsciente coletivo.
Luís Guerra

Ficha Artística

direção e coreografia
Luís Guerra

dançado por
Alice Lopes, António Cabrita, Gonçalo Ferreira de Almeida, Luís Guerra e Luís Marrafa

composição musical original
Darr Tah Lei

figurinos
Luzia Arieira (confeção dos coletes) e Carol Carvalho (bordados à mão)

direção técnica e desenho de luzes
Zeca Iglésias

produção executiva
Andreia Abreu

coprodução
Rede 5 Sentidos – Teatro Viriato, Teatro da Guarda, Maria Matos Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Virgínia, Centro de Artes de Ovar, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro Micaelense, Teatro Nacional de São João, Teatro Municipal do Porto, O Espaço do Tempo

ilustrações
Joalharia de Inverno, Luís Guerra

Apoio

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