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Terra 2 Arte, Cidade e Desenvolvimento Sustentável 5 criações artísticas para o espaço público Informações sobre o Evento
16 Jul 2011
Preço
Entrada livre
Local
Teatro Maria Matos
Debate e Pensamento

Terra 2
Arte, Cidade e Desenvolvimento Sustentável 5 criações artísticas para o espaço público

16 Jul 2011
Preço
Entrada livre
Local
Teatro Maria Matos

Sinopse

Sem alterações drásticas na nossa maneira de usar os recursos naturais, iremos precisar até 2030 não de um, mas de dois planetas Terra. Em Março, a Transforma e o Teatro Maria Matos lançaram uma convocatória para apresentação de projectos artísticos para o espaço público, sobre temas ligados à ecologia, desenvolvimento sustentável, biodiversidade e aquecimento global. Foram seleccionados cinco artistas portugueses e estrangeiros para integrar o projecto TERRA². Durante o processo de trabalho, os artistas são convidados a participar na conferência Dois Graus, no Transforma Think Thank e numa residência artística na Transforma, com tutoria de especialistas nas áreas da Ciência e Tecnologia e com a presença de um documentalista. As obras resultantes deste processo serão apresentadas em Torres Vedras e em Lisboa.

Curadores: Luís Firmo, Transforma / Mark Deputter, Teatro Maria Matos

 

instalação
20-Foot Urban Farm
Damien Chivialle, França
U-FARM é uma experiência agrícola dentro de um contentor na baixa de Paris. No local produz-se peixe, frutas e vegetais orgânicos, evitando deslocações desnecessárias e promovendo significado ao consumo dos alimentos. A comunidade dos U-Farmers desenvolve uma rede na Internet para disponibilizar técnicas agrícolas circulares e apoiar projectos similares em todo o mundo. O poder da Internet e dos smart phones é facilitar a partilha de conhecimento: os U-Farmers acreditam que a experiência física é algo necessário para desenvolver soluções eficientes. Em Lisbon U-connected falarão mais sobre esta transição.
Tutoria: Vincent Olivari, Programador de software, França

 

instalação
IGLO
José Quinhones, Portugal
O IGLO é um abrigo atraente. Se for transparente e coberto de plantas comestíveis, é um abrigo suculento. Na cidade dos IGLOs tudo se aproveita tudo se transforma, nada se perde. É necessário apenas fazer a recolha do material pelas ruas e praças. As plantas trepam pela superfície exterior, recebendo o sol e o calor, e o interior permanece fresco.
Tutoria: Inês Clematis, Artista Plástica, Formação em Permacultura e Dinamizadora do Projecto Comunitário Horta do Monte, Portugal

 

performance
40 Graus à Sombra
Bárbara Ramalho, Carolina Rocha, Rita Monteiro e Sara Machado, Portugal
A nossa proposta coreográfica centra-se no Homem e na urgente mudança que tem que ocorrer no modo como se relaciona com o Mundo em que vive. É necessário que cada um de nós veja, com os seus próprios olhos, o estado catastrófico em que deixaremos o Planeta Terra se continuarmos a tratá-lo pior do que tratamos as nossas quintas virtuais.
Tutoria: Inês Borralho, Investigadora na área da Toxicologia Ambiental, Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro

 

performance
Manifesto
Alexandre Osório, Portugal
O conceito de desperdício é inerente a todos os sistemas naturais sendo, no entanto, potenciado pela actividade humana. Vivemos o vazio histórico de um mundo saturado de imagens e informação — a cultura moderna desenvolveu-se como uma cultura de amnésia. Só o instante presente e evanescente interessa. O homem moderno esqueceu o passado colectivo que determinou a situação presente. Partindo do método “cadavre exquis” constrói-se uma narrativa sobre uma civilização que funda todos os seus esforços no amanhã e que, ao mesmo tempo, está cada dia mais consciente de que não existe um amanhã melhor.
Tutoria: Joana André, Departamento de Reciclagem e Valorização Multimaterial da Lipor

 

performance
FIO: pedra que corre no RIO
Tana Guimarães, Brasil
FIO: Pedra que corre no RIO propõe uma vivência corpo-imagem-som no rio Tamanduá no estado de Minas Gerais, Brasil. Ameaçado pela actividade mineira e pela expansão imobiliária da cidade de Nova Lima, o rio Tamanduá ainda é cercado por espécies da fauna e flora do Campo Cerrado e Mata Atlântica (classificado como UNESCO World Biosphere Reserve) que dependem das suas águas para florescer e se reproduzir. Ao longo da sua extensão, há já alguns pontos de assoreamento e desmoronamento, cicatrizes provocadas pela Mina do Tamanduá.
Tutoria: Gisela Hernann, Socióloga, Deise Turrer, Artista Visual 

Ficha Artística

TRANSFORMA – 8 E 9 JULHO // TEATRO MARIA MATOS – 16 JULHO

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